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» Conheça os farmacêuticos mais ilustres da História

Todas as ocupações têm uma história rica e detalhes cotidianos pouco conhecidos que as tornam mais especiais. Para entreter e informar nossos leitores, o Dia Online traz, em parceira com a Estácio, textos semanais com curiosidades e informações interessantes sobre as profissões mais conhecidas e procuradas, e também sobre o mundo do trabalho em geral. Hoje, listamos farmacêuticos que foram grandes sábios e importantes cientistas que contribuíram para a saúde da humanidade. Atualmente, a maioria das pessoas nem sabe que muitos desses grandes nomes haviam seguido a carreira de Farmácia.

Um exemplo marcante é o do grande poeta e escritor Carlos Drumond de Andrade. Embora não tenha exercido sua profissão por muito tempo, ele também era um farmacêutico. A mulher cujo nome virou símbolo do combate à violência doméstica no Brasil, Maria da Penha, que dá nome à lei, também era farmacêutica.

Outras figuras notáveis por suas invenções tiveram essa formação. O farmacêutico Alexander Flemming (1881-1955) descobriu a penicilina. Foi através da observação do fungo Penicillium notatum, que crescia como contaminante em culturas de estafilococos que ele estudava. O crescimento do contaminante liberava a penicilina, antibiótico que impedia o desenvolvimento destas bactérias nas proximidades da colônia do fungo. Esta observação trouxe grandes benefícios para o desenvolvimento da industria farmacêutica. Farmacêutico francês, Ernest Furneau criou a moderna quimioterapia. Outro francês, Claude Nativelle, contribuiu decisivamente para o tratamento de doenças do coração. É interessante saber que a primeira Botica foi aberta em 754 a.C. em Bagdá, atual Iraque.

Os feitos não se resumem a tratamentos e remédios. O farmacêutico John Pemberton, por exemplo, em 1886 em Atlanta, criou o "Tônico para o Cérebro" hoje conhecido como Coca Cola.  

A duração do curso de Farmácia da Estácio é de 10 períodos, em um total de 4.200 horas aproximadamente. A instituição possui laboratórios amplos e equipados com todas as condições de segurança para o aluno aprender com qualidade o ensino farmacêutico. Há laboratórios separados para a área de cosmetologia, farmacotécnica e controle de qualidade, homeopatia, o que facilita o aprendizado. Há ainda um laboratório exclusivo com cromatógrafo líquido de alta eficiência, chamado de HPLC, em que são ministradas aulas para graduação como um componente obrigatório da grade curricular. Isso tudo aliado a um corpo docente experiente, com mais da metade de doutores e mestres, e procuram deixar o aluno bem perto do mercado durante todo o seu curso, favorecendo a sua empregabilidade. A Estácio também oferece outros cursos na área de Saúde, como Medicina, Biomedicina, Ciências Biológicas, Enfermagem, Nutrição, Odontologia, e mais.

15/05/2013
 
 
» Botafogo explora o sotaque holandês

Se num passado não muito distante o azul celeste do Uruguai era a cor da moda no Botafogo, agora é o laranja que dá as cartas. A relação com a Holanda vai bem mais além do que ter Seedorf como estrela. O estilo de jogo alvinegro remete ao famoso carrossel holandês, que encantou o mundo em 1974.

Para os mais novos, vale lembrar que o Brasil chegou à Copa como favorito, após o tri no México, em 1970. No entanto, nas semifinais, o time canarinho foi eliminado ao perder por 2 a 0 para a Holanda que jogava futebol revolucionário, sem posições fixas.

O esquema de muita velocidade e troca constante de posições também é usado pelo time carioca. O zagueiro Bolívar, por exemplo, fez quatro gols, só um a menos que o centroavante Rafael Marques.

A artilharia da equipe ficou com os meias: Lodeiro e Seedorf, com oito e sete gols, respectivamente. Além do craque holandês, dois jogadores alvinegros atuaram no país. O uruguaio Lodeiro passou três temporadas no Ajax e foi bicampeão por lá. Já o zagueiro André Bahia jogou sete anos no Feyenoord.

MARKETING ENTRA NA ONDA

Aproveitando a atual "afinidade" entre Botafogo e Holanda, o departamento de marketing do Alvinegro não perdeu tempo e fez uma camisa comemorativa do título carioca embarcando na onda: ‘Glorieuze Kampioen 2013’, destaca, em holandês.

Ídolo alvinegro, o atacante Jairzinho, que estava em campo com a seleção brasileira no dia 3 de julho de 1974, na vitória laranja, não vê muitas semelhanças entre os esquemas das duas equipes: “O Botafogo joga o futebol brasileiro, que é diferente do holandês, apesar de ter o Seedorf”.

Jairzinho ressalta os méritos do técnico Oswaldo de Oliveira: “No início, ninguém acreditava no Botafogo e o mérito dessa mudança é do Oswaldo, que deu um padrão de jogo. Ao contrário da Holanda, que perdeu em 74 e 78, o Botafogo foi campeão”.

12/05/2013
 
 
» Apoio total para recuperar um guerreiro

Flagrado no exame antidoping pelo uso de cocaína, Michael já iniciou tratamento. Na quinta-feira passada ele foi à primeira consulta com uma psicoterapeuta. Esse foi o primeiro passo do Fluminense para ajudar o jovem de 20 anos a se recuperar. Em breve, o clube terá de tomar uma decisão que pode reforçar ainda mais seu apoio.

O artigo 28, parágrafo 7º, da Lei Pelé diz que, em casos de suspensão superior a 90 dias, o clube tem a opção de suspender o contrato e o pagamento do salário do atleta. Como dificilmente Michael conseguirá a absolvição, os advogados já trabalham para obter a menor pena possível, que pode ser de seis meses.

Nesse caso, o Fluminense estaria respaldado pela lei, mas mesmo assim não deve optar por essa decisão. Apesar de o assunto não ter sido aprofundado, nos bastidores a suspensão do salário é vista como negativa, já que Michael não teria condições de se sustentar, o que o atrapalharia na sua recuperação.

Uma opção para o Fluminense é fazer o mesmo que o Botafogo no caso Jobson, também pego no antidoping com cocaína, em 2009: acertar um novo contrato, com redução salarial. Mas como Michael ainda não tem data para ser julgado, esse assunto não é considerado como urgente no clube.

A preocupação segue sendo a de ajudar o atacante a superar o problema e, por isso, ele continuará a fazer parte da rotina do grupo.

“A cada dia ele se conscientiza mais. Como dissemos antes, o Fluminense vai dar todo o suporte. Rotina e carinho podem ajudar e fazer com que a dor diminua e ele se recupere”, disse o diretor de futebol, Rodrigo Caetano.

Michael tem recebido apoio constante dos outros jogadores nesses primeiros dias e conselhos dos mais experientes. “Ele é um menino do bem, caiu para um lado ruim, mas tem um futuro brilhante”, afirmou Fred.

12/05/2013
 
 
» Terremoto de 6,5 graus atinge arquipélago de Tonga

Um terremoto de 6,5 graus na escala Ritcher atingiu o arquipélago de Tonga, na Oceania, embora não tenha sido emitido nenhum alerta de tsunami e não haja registros sobre vítimas.

Segundo o Serviço de Vigilância Geológica dos Estados Unidos (USGS), o movimento aconteceu às 8h46 do domingo, hora local (17h46, horário de Brasília) com o epicentro a 139 quilômetros da cidade de Neiafu, como mais próxima, e 205,4 quilômetros de profundidade.

O Centro de Alertas do Pacífico segue a evolução do terremoto, mas não emitiu até o momento nenhum aviso de tsunami.  

 

EFE

11/05/2013
 
 
» Pais de mais, filhos de menos
Número de pretendentes à adoção é cinco vezes maior do que o de crianças à espera de família. A demora transforma em angústia o sonho de mulheres que optaram por este caminho para serem mães

Nos últimos sete anos, o menino T. cresceu em um abrigo de Niterói, na Região Metropolitana do Rio. A mãe o abandonou aos 4 anos e, desde então, ele nunca recebeu a visita de um parente. Hoje, aos 11 anos, ainda espera ser escolhido por uma família. A 200 quilômetros dali, em Itaperuna, no Noroeste Fluminense, o casal Luciana e Fábio sonhava em adotar uma criança para dar um irmão ao filho Miguel, 6 anos. Eles, no entanto, desistiram da adoção em janeiro, após três anos na fila do Cadastro Nacional da Adoção, e nenhuma ligação da Vara da Infância.

Cinco anos depois da criação do cadastro, cujo objetivo era agilizar o processo no Brasil, destinos como os de Miguel e T. e de tantos outros, infelizmente, não se cruzam com tanta frequência e tão rapidamente como deveriam. Embora no Brasil haja cinco vezes mais pessoas interessadas em adotar do que crianças e adolescentes disponíveis nos abrigos. A culpa desse desencontro, que faz com que milhares de crianças passem a infância inteira entre as paredes de instituições, está na morosidade da Justiça, na falta de equipe técnica e nas exigências dos pretendentes, que buscam crianças pequenas e brancas, embora a maioria não tenha este perfil.

Hoje 40.340 crianças e adolescentes vivem em abrigos no país, 2.464 delas no Estado do Rio. Mas só 5.281 estão aptas à adoção, 368 delas nas unidades fluminenses. O problema é que nove em cada dez pretendentes querem crianças de até 5 anos, enquanto essa faixa etária corresponde a apenas nove em cada grupo de 100 crianças aptas à adoção (até 17 anos e 11 meses). “É uma espera muito angustiante. Na gravidez, você sabe que em nove meses o teu filho vai nascer. Na fila da adoção, o prazo não tem fim. O Miguel ficou empolgado. Mas acho que já esqueceu”, lamenta Luciana Bedim, 40 anos.</CW>

Nos últimos cinco anos, pelo menos 200 pretendentes desistiram da adoção. Para quem não desiste, o processo é uma prova de resistência, cheia de obstáculos.

A jornalista S., 48 anos, ainda não viveu a emoção do Dia das Mães. Depois de três anos na fila, o máximo que conseguiu foi a habilitação que lhe dá o direito à adoção. “Tenho dois anos para receber o telefonema de uma assistente social. É uma gestação de elefante”, brinca, para disfarçar o desconforto da longa espera. Ela busca uma criança de até 2 anos e meio, mas sua procura está limitada ao Estado do Rio: “Não tenho condições de viajar. Quem tem dinheiro acaba tendo mais opções”.

A sobrecarga de ações judiciais nas mãos de poucos juízes é o principal entrave à adoção no Rio. Na Vara de Infância da capital, há 17 mil processos e apenas uma juíza e dois auxiliares. De acordo com a promotora de Justiça Daniela Vasconcelos, que atua na área, faltam assistentes sociais, técnicos de cartório e psicólogos. “No Rio, o cenário é tenebroso. O ideal é que cada vara julgasse, no máximo, 5 mil processos. É uma verdadeira aberração”, critica a promotora.

Máximo de dois anos em abrigo

Órfãos de pais vivos. Assim são chamados os adolescentes e as crianças que vivem nos abrigos. São vítimas da negligência familiar e do abandono. De acordo com censo da população infanto-juvenil acolhida no Estado do Rio, apenas 21 menores, em um universo de mais de 2 mil crianças e adolescentes, foram abrigados devido à morte dos pais. Os demais sofreram maus tratos, abuso sexual, exploração por adultos nas ruas. Ou viviam em situação de miséria.

Pela nova Lei da Adoção, em vigor há três anos, nenhuma criança pode ficar mais de dois anos no abrigo, e todas devem ter sua situação avaliada a cada seis meses. Medida que está adormecida. Nos abrigos do Rio, 10% dos internos estão há mais de cinco anos nas unidades. Iniciativas como o Módulo da Criança e Adolescente, criado em 2007, pelo MP, permite que conselhos tutelares, promotores e juízes acompanhem a situação de cada criança abrigada.

11/05/2013
 
 
» Ex-diretores da Portela colocam fogo na já explosiva eleição da escola de samba
Adilson Martins Pacheco e Valfler Alves da Silva criticam presidente Nilo Figueiredo e fazem denúncias graves

Ex-diretores da Portela, Adilson Martins Pacheco e Valfler Alves da Silva colocam fogo na já explosiva eleição da escola de samba, no próximo domingo. Há dois meses, prestaram depoimento na Polícia Federal e enumeraram irregularidades na Azul e Branca. Um desfile com direito a fraude eleitoral, desvio de verbas e desaparecimento. Acusações fortes contra o atual presidente Nilo Mendes Figueiredo, que foi procurado várias vezes pela reportagem para se defender, mas não retornou as ligações e recados.

No depoimento à Federal, vocês falaram de fraude eleitoral na Portela. Quando ela começou?
Valfler - Em 2004. A Portela não tinha sócio-contribuinte, quem escolhia o presidente eram os conselheiros e diretores, eram votos de cabresto do Carlinhos Maracanã (Carlos Teixeira Martins), e a gente não gostava de como ele dirigia a escola. Na época, eu tinha carteira de conselheiro e não votei. A votação era roubada. Fui para a Justiça e conseguimos marcar nova eleição.

Adilson - Obrigamos a direção a fazer recadastramento para saber quem poderia votar.

Valfler - A Justiça autorizou a votar todo mundo que tivesse qualquer carteira da Portela, não só os conselheiros. O Carlinhos propôs um acordo: todo mundo que tivesse carteira antiga poderia votar, era só apresentar. Ele começou a distribuir e tomar carteiras.

Adilson - Fomos para uma reunião e o Nilo falou: tem que fazer 300 carteiras falsas.

Vocês fizeram?
Valfler - O Nilo mandou fazer, a ideia foi dele, o cabeça do negócio. Eu, ele, o (Antonio) Moreira e o Jorjão ( Jorge Valentin) arrumamos um falsário. O Nilo pagou R$ 800 para ele. O cara fez as carteiras copiando a minha. Ficou bem feita. Colocamos no café para envelhecer, parecia real.

Adilson - Começou a aparecer carteiras de todo lugar. A Justiça proibiu um monte, cópias grosseiras. As nossas passaram. Eram bem parecidas.

Assim vocês ganharam?
Valfler - Ganhamos por 15 votos...

Adilson - Na verdade, nós perdemos, o Marcos Aurélio Fernandes (apoiado por Carlinhos Maracanã) foi quem ganhou a eleição. O grupo de oposição se aproximou da mesa onde eram apurados os votos e eu esbarrei e derrubei a mesa. Na recontagem, levamos a eleição.
Valfler - Acho que ganharíamos de qualquer forma.

Adilson - Participei do roubo comandado pelo Nilo, ajudei a colocá-lo na Portela. Se arrependimento matasse... O Nilo roubou a escola, é ladrão!

Que provas vocês deram à Polícia Federal?
Valfler - Entreguei a máquina onde as carteiras foram confeccionadas, os espelhos das carteiras falsas e os carimbos. Também apresentei as atas e a lista completa de quem usou as carteiras falsas. Tem muita gente que ainda hoje vota com elas.

Adilson - Quase todos os integrantes do Conselho Fiscal têm carteira falsa. O vice-presidente (Nilo Figueiredo Júnior) vota com carteira falsa.

O esquema de carteiras falsas continua?
Valfler - Sim. O Nilo se elegeu três vezes com as carteiras falsas de 2004 e vai usar outra vez.  

Adilson - Além das carteiras de 2004, tem mais outras 300 carteiras falsas, são associados excluídos que o Nilo mandou revalidar. O Jorjão é o cabeça de tudo hoje.

Valfler - Exato. O Nilo deu um monte de título de sócio-contribuinte, mas os caras deixaram de pagar as mensalidades. Aí viram que os caras não poderiam votar porque não estavam em dia. Sabe o que o Nilo fez? Anistiou todo mundo. Fez uma reunião, agora em abril, e liberou os inadimplentes, contrariando o estatuto da escola. E tem a história dos títulos falsos de sócio-benemérito. Deu mais de 200.

Adilson - A Portela é comandada hoje por um grupo de ladrões. Há beneméritos que foram agraciados com carteiras de diretores e nunca foram sócios nem ajudaram a escola. O Paulinho da Viola, por tudo o que fez até hoje pela Portela, não tem título benemérito.

Quantos eleitores, afinal, estão ilegais hoje?
Valfler - Certo não sei, não tenho a relação de quem está apto a votar, até agora não divulgaram a lista. Mas talvez uns 80%. Já falei: tudo isso vai dar muito problema no futuro, inclusive com a história das notas fiscais frias. Ele criou uma ONG para emitir notas frias, para comprovar gastos do dinheiro do governo para a Portela.

Então as fraudes vão além da eleição?
Valfler - Ele não paga ninguém. No Carnaval, só usa material de péssima qualidade. Agora, vai ver a nota fiscal: é material de primeira. Não tem aprovação de contas na Portela. Veja lá a ata. Lista os conselheiros que aprovaram as contas, mas ninguém assina a ata.

Adilson - No Carnaval deste ano, a Portela recebeu R$ 7,5 milhões de verbas. Não dava para fazer um grande desfile? A escola está na dívida ativa, não paga luz nem água. O MP cobra os documentos na prestação de contas de 2006 e 2007.
A PF está investigando estes desvios, não é ?

Adilson - A Portela responde a 16 processos na Justiça. A Polícia Federal investiga os repasses do Governo Federal, negócio de uns R$ 2 milhões. Mas têm outros. Ele recebeu o repasse de R$ 1 milhão da Petrobras. O dinheiro chegou no barracão na sexta-feira, véspera do Carnaval agora. Ele pegou R$ 300 mil, disse que era para tirar o que tinha colocado na escola, e deu os outros R$ 700 mil para o filho. O dinheiro sumiu.

Valfler - E o serviço de odontologia? A dentista de lá recebe R$ 1,8 mil por mês para não prestar serviço algum.

Adilson - Teve o repasse de R$ 500 mil da Piraquê — fábrica de massas e biscoitos — para a Portela fazer uma alegoria no desfile deste ano. Ele colocou o dinheiro no bolso e o carro não entrou na Avenida. A empresa cobra dele agora.

Sempre foi assim?

Valfler - Desde o começo. No primeiro Carnaval, ele viu que era fácil enrolar e não prestar contas. Culpava os outros pelos desfalques e seguia enrolando.

Adilson - O problema é que Nilo não pode ver uma nota na mão. Só não pega de R$ 200 porque sabe que é falsa.

Valfler - Houve desvio de verba em todos os carnavais, com certeza.

No primeiro Carnaval da Era Nilo (2005) já teve problemas?

Adilson - Poxa. Não tínhamos carnavalesco nem dinheiro em caixa. O Nilo não dava dinheiro. Com ajuda, conseguimos comprar o material para as fantasias e os carros. Planejamos um desfile com 5 mil componentes, mas não sabíamos que o Nilo ia colocar uns ‘amigos’ por fora. Na hora, foram sete mil pessoas. Foi o caos.

Valfler - Um dia antes do Carnaval, um deputado trouxe 10 meninas e ia pagar R$ 70 mil para elas desfilarem. O Nilo cresceu o olho. Mandou soldar 10 barras de ferro no abre-alas para colocar as garotas. Na hora, pegou fogo no isopor e queimou a Águia da Portela. Essa é a história do Carnaval sem Águia.
 
Esse foi o desfile que a Velha-Guarda ficou a pé, né?

Valfler - Ele queria se vingar. A Velha-Guarda, na eleição, tinha votado com Carlinhos Maracanã. O filho Nilinho deixou de abastecer o carro da Velha-Guarda e ficou com a verba.

Adilson - Ele não pagou os R$ 53 mil que peguei com a Dona Ivone para ajudar no Carnaval de 2005. Mandou cobrar de mim. Mas o recibo apareceu na prestação de contas dele daquele ano e alterado para R$ 153 mil.

Com tantos desvios de recursos, onde foi parar o dinheiro da Portela?

Valfler - O Nilo chegou no Comitê da Portela em 2004, arrastando chinelo. Hoje, ele tem dois BMW, um apartamento em Miami, a mulher tem três táxis.

Adilson - São três carros blindados, a casa em Miami e a esposa tem carro blindado.

Valfler - Como ele pode ter tudo isso, como o Nilo pode bancar tudo isso? Com o salário de capitão da Marinha? É ruim, meu irmão.

Qual a razão de vocês só falarem agora?

Valfler - O Nilo vem dos porões da Ditadura...

Adilson - Não procurei a Federal antes com medo da segurança dele. Somos arquivos e temia.

Valfler - O Nilo já respondeu por homicídio no passado e tem a história do Dentinho, o rapaz que sumiu do barracão da escola depois que pegou um dinheiro e não completou o serviço. Deve ter ido para o microondas. Tenho medo. Pelo sim ou pelo não, vou me garantir. Neste momento, falar à Federal é uma garantia.

Adilson - Faço isso também pela Portela, minha paixão. Esse rapaz (Nilo) me chamou de ladrão. Passei anos afastado da escola por vergonha. Hoje a nação portelense vai saber quem é o ladrão.

11/05/2013
 
 
» Motoboys são os líderes em acidentes de trânsito

Os motoboys, motofretistas e mototaxistas, que somam mais de 1,2 milhão trafegando nas grandes capitais brasileiras, são os que lideram as estatísticas de acidentes de trânsito no país. Trafegar pelos corredores formados entre os carros nos engarrafamentos é uma das principais causas de acidentes.
Alfredo Barbosa de Lima, diretor do Sindicato dos Empregados Motociclistas do Rio de Janeiro, avalia que a desatenção dos motoboys aos itens de segurança, o desrespeito a eles por parte de motoristas dos demais veículos e o descaso das empresas que os pressionam para não atrasarem as entregas, são os principais fatores que levam ao alto índice de mortes e acidentes na categoria.

- Muitos não dão a menor importância a itens como antena (para cortar linha de pipa), mata-cachorro (protetor para as pernas) e capacetes e coletes reflexivos. Em contrapartida, as empresas não investem em cursos de direção defensiva – diz o diretor, que elaborou uma cartilha de educação no trânsito, gratuita, para motociclistas (www.manualdomotociclista.com.br).

DICAS DO MANUAL DO MOTOCICLISTA

USE CAPACETE com viseira ou óculos de proteção, adesivos retrorrefletivos na parte frontal, lateral e traseira, selo holográfico do Inmetro e sempre afivelado.

TRAFEGUE SEMPRE com proteção para motor e pernas e aparador de linha.

NÃO SAIA sem colete com faixas refletivas.

TANTO NA moto quanto na caixa (baú) são necessárias faixas refletivas e identificação.

NÃO USE CELULAR ou rádio enquanto pilota.

JAMAIS TRAFEGUE entre os corredores formados nos congestionamentos.

TRANSITE SEMPRE de farol acesso, inclusive durante o dia.

RESPEITE os limites de velocidade.

11/05/2013
 
 
» O perfil da mãe carioca
Levantamento feito pela Secretaria Municipal de Saúde indica que a maioria das mães no Rio não é casada no papel, não completou o Ensino Médio e dá à luz meninos

A pouca habilidade para a troca das primeiras fraldas evidenciava que Gleice Alice Figueiredo, de 23 anos, acabara de dar à luz. Jonas, de apenas 16 horas, ainda aguardava a definição de seu sobrenome para ser registrado na quarta-feira, mas já era capaz de emocionar a manicure, que se desmanchava toda ao tentar definir a maternidade. “É indescritível. Não sou aquela que entrou na sala de parto. Agora sou mãe. Isto basta”, refletia com os olhos marejados.</CW>

Em homenagem ao dia de hoje, a Secretaria Municipal de Saúde divulgou levantamento que traça o perfil da mãe carioca, baseado em dados de 2012. Segundo a pesquisa, a maioria das mulheres que tem neném no Rio não completou o Ensino Médio (51,6%), é solteira ou não é casada no papel (67,8 %), tem entre 20 e 29 anos (46,1%) e dá à luz meninos (51,1%).

Sem plano de saúde, Gleice, moradora de Bonsucesso, engrossou as estatísticas de partos realizados em maternidades da rede municipal, onde nasceram 42,5% dos 83.994 bebês cariocas no ano passado. Proporcionalmente, a maioria das mães mora na Área de Planejamento (AP) 3.3 (Madureira, Irajá, Rocha Miranda e adjacências). Gleice realizou 14 consultas pré-natais em Clínicas da Família, acompanhando 68% das mulheres que fazem sete ou mais monitoramentos da gravidez.

Entre um afago e outro no filho, sem perceber, a manicure já projetava o futuro de Jonas enquanto fazia balanço da própria vida: “Quero que ele tenha uma infância feliz igual à minha, mas desejo que ele seja mais dedicado à vida escolar”, disse, ao lado do companheiro, o motoboy Diego Inácio da Silva. “Estamos unidos em espírito por essa criança, elo eterno”.

11/05/2013
 
 
» Destaque da base tricolor, Biro Biro garante a festa do Dia das Mães

O domingo do Dia das Mães vai ser silencioso na casa do atacante tricolor Biro Biro. Mas o motivo é nobre. Dona Neusimar foi uma das atrações ao lado do filho nos 3 a 0 sobre o Flamengo, neste sábado, em Moça Bonita, na primeira partida da final do Carioca de Juniores. Se em campo Biro Biro foi o destaque com dois gols, nas arquibancadas, dona Neusimar foi a regente da torcida com seus gritos, que lhe custaram a voz: “Estou rouca de tanto gritar”.

Em campo, o Fluminense dominou o Flamengo durante toda a partida. No primeiro tempo, Biro Biro marcou duas vezes e, entre um lance e outro, dona Neusimar vibrava e, claro, gritava muito. Na etapa final, após Denilson balançar a rede mais uma vez, Biro Biro caiu em uma dividida e pediu para sair.

“Sempre tenho vontade de entrar no campo e pegar meu filho no colo”, revelou a mãe-coruja.

Com a vitória, o time das Laranjeiras poderá perder por até dois gols no segundo jogo da final, sábado que vem, em Moça Bonita, para ficar com o título. Apesar da vantagem, Biro Biro pediu para a equipe manter os pés no chão e deixou claro que não se achava o nome do jogo.

“Quero retirar esse rótulo e exaltar o grupo. Se não fosse o time, eu não conseguiria marcar os gols. O verdadeiro nome do jogo foi o elenco do Fluminense, que entrou forte e focado”, reconheceu.

Além da mãe, o jogador dedicou a vitória ao companheiro Michael, que foi afastado do time profissional por uso de cocaína: “Amigos são para isso. Na hora que tudo está difícil, temos que dar força para eles. A vitória é para ele”.

A exemplo de dona Neusimar, muitas mães estiveram na decisão. No entanto, as rubro-negras não tiveram motivos para comemorar.
“Infelizmente, não deu, mas agora vamos pensar na próxima partida. Tudo é possível”, disse confiante Sandra Fernandes, mãe do zagueiro Nandão.

11/05/2013
 
 
» Mais proteção para quem quer pegar consignado
Entidades defendem limitação. Câmara derruba projetos que dariam mais segurança

Enquanto aposentados querem mecanismos para ter mais segurança na concessão de crédito consignado, o Congresso derrubou propostas que resguardariam de fraudes e golpes quem vai pegar empréstimos com desconto em folha. Com aumento da quantidade contratos (18,34%) e do volume de recursos tomados (alta de 41,60%) de março de 2012 para o mesmo mês de 2013, a Confederação Brasileira de Aposentados (Cobap) e o Sindicato Nacional da categoria tentam aprovar no Conselho Nacional de Presidência propostas para proteger os segurados. Uma delas, segundo Warley Martins, presidente da Cobap, é limitar em apenas dois consignados por vez.

“Só poderia pegar outro depois que quitasse os dois. Assim, acabaria a história de ter vários consignados, mesmo dentro da margem consignável de 30%”, afirma Martins.

A preocupação dos aposentados não encontrou respaldo na Câmara. A Comissão de Finanças e Tributação (CFT) rejeitou propostas que limitariam a concessão do consignado. O relator, deputado José Guimarães (PT-CE), deu parecer contrário, que acabou aprovado, para os projetos de Lei 2.131/07, 2.205/07 e 5.608/09.

O primeiro torna obrigatória a homologação de todo contrato de empréstimo em cartório. O segundo impediria financeiras de ofertar empréstimo na casa dos segurados sem prévio consentimento, sob pena de multa em valor correspondente ao dobro do emprestado. E o terceiro exigiria que aposentados apresentasse firma reconhecida por autenticidade para contratação empréstimo.

Pelo menos, a CFT barrou substitutivo da Comissão de Seguridade que permitia a concessão de consignado por meio de procuração pública, com poderes específicos e prazo limitado. Em seu parecer, o deputado José Guimarães avaliou que as propostas dificultariam a concessão, contrariando o objetivo da norma que criou a modalidade, que era facilitar o empréstimos. “A lei foi acertada, porque ampliou a capacidade de financiamento desse grupo e, consequentemente, estimulou a economia nacional”, argumentou.

11/05/2013
 
 
» Polícia para quem precisa
Levantamento mostra que efetivo é reduzido em grandes áreas, como Niterói e Baixada

Cada a policial militar de Niterói precisa se responsabilizar pela segurança de 828 moradores. Na vizinha São Gonçalo, são 1.428 habitantes por PM, e no 20º BPM, responsável por Mesquita, Nova Iguaçu e Nilópolis, a conta chega a 2.160 moradores por policial. A equação geralmente é simples: quanto mais polícia nas ruas, menor o número de crimes. Quando essa conta não é bem feita, quem paga é a população.

O DIA elencou quatro tipos de delitos medidos pelo Instituto de Segurança Pública: homicídio, estupro, roubo de veículo e roubo em coletivo. Nos municípios onde a proporção de moradores é maior que 600 para cada PM, dos 12 índices avaliados — no primeiro trimestre de 2013 em comparação a 2012 —, nove subiram. As maiores altas são de homicídios em Niterói (41%) e roubo em coletivo na Baixada (80%).

A realidade é bem diferente nas cidades do Rio, e de Macaé e municípios vizinhos, estes cobertos pelo 32º BPM. Dos oito dados estudados, sete caíram.

“A proporção de um policial por 350 a 400 habitantes é satisfatória. Em São Paulo, são 303, e nos EUA, 400. O que está acontecendo no Rio é sangria dos batalhões”, avalia o ex-secretário Nacional de Segurança Pública e coronel PM de São Paulo José Vicente da Silva.

“A falta de segurança afeta a economia da cidade. As pessoas têm medo de andar com dinheiro e evitam transitar em muitos lugares. O comércio está contratando segurança privada”, conta o diretor da Câmara dos Dirigentes Lojistas de Niterói, Luiz Vieira.

Questionada sobre aumento de efetivo nos batalhões citados, a Secretaria de Segurança não respondeu.

Discrepância ao comparar com UPPs

Em todo o Estado do Rio, a média é de 410 moradores por PM; e, em todo o Brasil, de 472, segundo a Senasp. Mas, nas Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), os moradores podem se considerar privilegiados. Na Cidade de Deus, por exemplo, há um PM para cada 146 pessoas e esse efetivo cobre área 247 vezes menor que a região do 12ºBPM, de Niterói.

Melhor ainda é a situação de quem vive na Mangueira. Com 343 PMs, cada agente cuida da segurança de 51 habitantes, em uma área de 0,5 km².

11/05/2013
 
 
» Tradição cervejeira na Serra
Museu da Cerveja, em Petrópolis, brinda um ano de sucesso com projeto de expansão

Maior centro de pesquisas da bebida na América Latina, o Museu da Cerveja, em Petrópolis, criado pela Bohemia, a mais antiga cervejaria do país, acaba de completar um ano. Graças ao sucesso de público — 50 mil visitantes nos últimos 12 meses, uma média de 140 por dia —, o museu anuncia sua expansão. Até o fim do ano, o complexo de 7 mil m², distribuídos em quatro andares, vai ganhar casa de shows e um mega-restaurante.

Segundo o diretor-operacional da cervejaria, Gilmar Carvalho, a expectativa é de que o público dobre até dezembro: “Vamos ter muitas surpresas pela frente”. A expansão deve gerar ainda mais empregos na cidade, onde mora a maioria dos cerca de 200 funcionários.

O Museu da Cerveja fascina os turistas por estar localizado nas instalações da primeira cervejaria do Brasil, datada de 1853, e por apresentar aos visitantes, de forma interativa e lúdica, história, ritos, mitos e curiosidades sobre o ‘ouro líquido’. “Estamos maravilhados. Tudo aqui é gigantesco e rico em conhecimento”, resumiu o engenheiro carioca Márcio Francisco, de 55 anos, que na quarta-feira visitou o espaço com a artista plástica Nely Amorim, 57. “O melhor é o ritual da degustação do chope, que só é servido lá”, diz ela.

O diretor de marketing da Bohemia, Pedro de Sá Earp, comenta que as curiosidades e objetos antigos que contam como começou a fabricação da cerveja são os principais atrativos. “Hoje, o museu é um dos pontos turísticos mais visitados de Petrópolis, reunindo um misto de aprendizado e entretenimento”, ressalta Earp.

Segredos que vêm de 1853

O passeio pelos mais de 20 ambientes do museu dura duas horas. Na entrada, uma surpresa: projeção faz com que o chão simule um rio da bebida, que parece também descer em cascatas pelas paredes. Depois, os visitantes se deliciam com painéis que mostram as raízes da ‘paixão nacional’, como os primeiros rótulos, enormes tinas de cobre da década de 20, além da reprodução da sala do imigrante alemão Henrique Kremer, que fundou a Bohemia, em 1853.

No roteiro, estão incluídas visitas às salas do mestre cervejeiro, onde parte dos segredos da fórmula da Bohemia é compartilhada.
O museu funciona de quarta a sexta, das 11h às 18h. Aos sábados, domingos e feriados, abre das 11h às 20h. Preços: R$ 19,50 inteira e R$ 9,50 meia (para estudantes e idosos).

11/05/2013
 
 
» Morre o compositor Renatinho Partideiro, cria do Cacique de Ramos

Luto no samba. Morreu neste sábado, aos 50 anos, o compositor Renatinho Partideiro. Cria do bloco Cacique de Ramos, o sambista, que era diabético, faleceu em decorrência de insuficiência renal crônica, no Hospital Salgado Filho, no Méier.

Peça importante na revitalização do Cacique, Renato Cardoso Neves, seu nome de batismo, era considerado um dos maiores partideiros da atualidade e herdeiro da tradição cultivada por nomes como Xangô da Mangueira, Tantinho, Candeia e Arlindo Cruz.

O velório será realizado na sala 1 da Capela Velha de Inhaúma. O sepultamento está marcado para às 16h deste domingo no mesmo cemitério.

Gravado por Beth Carvalho

Nascido em 18 de novembro de 1962. Renatinho dedicou-se à música desde jovem. Ficou conhecido ao se destacar no partido alto e se consagrou como líder da roda de samba do Cacique de Ramos. Em 2000, participou do CD de Beth Carvalho e teve sua primeira música gravada pela "madrinha".

Em nota, a diretoria do bloco, através de Bira Presidente, lamentou o falecimento do sambista. Renatinho Partideiro foi o maior intérprete da do bloco e deixa um filho. Neste domingo, o Cacique não realizará a roda de samba em função do luto. A missa de sétimo dia será realizada na quadra da agremiação.

11/05/2013
 
 
» Pesquisa: homens infiéis não gostam da sogra
Segundo levantamento feito com 1.922 internautas, as mulheres traidoras, ao contrário, as consideram segunda mãe

Há quem queira vê-la bem longe e quem a chame de segunda mãe, mas quando o assunto é sogra, é difícil ser indiferente. Pesquisa feita pelo AshleyMadison.com — maior site de relacionamentos extraconjugais do mundo — revela que 84% dos homens que traem suas esposas não se relacionam bem com a sogra, considerada para eles, uma ‘pedra no sapato’.

Enquanto isso, para 91% das mulheres infiéis, a relação com a sogra é ótima. Elas tratam as mães de seus maridos como se fossem suas também. Ao todo, foram ouvidos 1.922 cariocas de ambos os sexos. De acordo com o diretor geral do AshleyMadison.com no Brasil, Eduardo Borges, a pesquisa, apesar de ter tom humorado, desperta reflexão sobre o assunto.

“Há uma diferença entre os sexos. Por que para as sogras os homens levam a fama de cafajestes e as esposas, de santas? Que situações do cotidiano levam a essa desigualdade de sentimentos?”, indaga Borges.

Dos entrevistados, 55% dos homens cadastrados no AshleyMadison.com disseram que a frase que melhor definiria sua relação com a sogra seria: “Bígamo é o pecador que paga seus pecados, porque tem duas sogras”. Já 68% das mulheres cadastradas elegeram a frase “Fico feliz por você existir, querida sogra”.

Para a maioria dos homens (51%) e das mulheres (64%), a visita a sogra se dá menos de uma vez ao mês. Mas, para 81% deles, se pudessem, nunca a visitariam. “Aquilo (se referindo à sogra) é uma mala sem alça. Não pode me ver que implica com tudo, a começar pelo meu jeito de vestir e com minhas gírias. Ela nunca gostou de mim. Não faço a menor questão de visitá-la”, afirmou X., 37, um dos que responderam a pesquisa.

Para 34% das mulheres, porém, visitar a sogra pelo menos quatro vezes ao mês seria o ideal. “Para se dar bem com a sogra, basta nunca desafiá-la, nunca falar mal do filho e jamais esquecer de datas importantes, como as de aniversário e de casamento dela”, ensina Y., 39.

11/05/2013
 
 
» Impasse na Gratificação pode ter fim
Pressionado pela Condsef, Ministério do Planejamento avalia novas regras

Os cargos administrativos de natureza civil ligados ao Ministério da Defesa devem ser incluídos no plano de Gratificação de Qualificação (GQ). Essa é proposta que tem sido defendida pela Condsef (Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal) nas recentes discussões na Secretaria de Relações do Trabalho e Secretaria de Gestão Pública do Orçamento, esferas do Ministério do Planejamento, para um antigo impasse nos planos de carreira desses trabalhadores.

Atualmente, de acordo com a legislação aprovada em 1998 (Lei 9.657), ainda no governo de Fernando Henrique Cardoso, e atualizada durante a gestão do presidente Luis Inácio Lula da Silva, apenas os cargos de Tecnologia Militar, entre engenheiros, analistas e técnicos, são gratificados pela função. No entanto, com base na mesma lei, o benefício por qualificação hoje já atinge os servidores do INPI, Inmetro, Fiocruz, IBGE, Instituto Evandro Chagas e o Hospital dos Primatas.

Em um esforço mais amplo, a Condsef tenta estender o benefício aos demais servidores federais, como uma política de governo de incentivo aos trabalhadores para se capacitarem e se qualificarem.

Como sempre, o principal entrave é a questão orçamentária.

Pontos em aberto

Como contrapartida para a possível ampliação do benefício, o governo e a Condsef discutem a reestruturação da carreira de Tecnologia Militar.

Atualizadas em 2010, as gratificações para as carreiras de Tecnologia Militar partem de R$ 476,86. Já o teto previsto em lei para os cargos mais elevados e, portanto, de maior qualificação é de R$ 3.085,88.

Outro aspecto discutido se refere ao caráter retroativo da legislação caso a regulamentação seja alterada para as demais esferas federais.

11/05/2013
 
 
» Banho de loja na estrela
Mercedes-Benz Classe E Coupé já evoluiu, mas as belas linhas ganharam personalidade

Para marcar a despedida da geração atual da Mercedes-Benz Classe E Coupé — que já tinha linhas bastante interessantes e foi recentemente substituída —, os designers da alemã Prior Design decidiram customizar o belo modelo da marca da estrela de Stuttgart.

Para ficar com um visual bem mais ‘bad boy’, a fera recebeu um novo para-choque dianteiro com tomadas de ar bastante generosas para refrigerar o motor e o sistema de freios — há também saídas nas extremidades —, além de um novo spoiler feito de fibra de carbono, mais leve. A frente do cupê recebeu ainda as apropriadas luzes diurnas de LEDs.

As laterais da Mercedes-Benz Classe E Coupé ganharam rodas maiores e mais largas, com pneus de perfil 30, que tornaram necessários novos para-lamas alargados — os dianteiros têm saídas de ar quente para os freios —, que deixaram o modelo mais largo, com um jeitão mais parrudo e esportivo. Há ainda um faixa decorativa na cor preta com as letras P e D — iniciais da preparadora alemã Prior Design —, além de novas saias produzidas também em fibra de carbono.

A traseira do cupê passa a contar com um spoiler de teto e um outro na tampa do porta-malas. Um novo extrator de ar na base do para-choque é responsável por aperfeiçoar a concepção aerodinâmica e abriga quatro novas ponteiras do sistema de escapamento.

Interessado? O kit de customização de carroceria criado pela Prior Design para a Mercedes-Benz Classe E Coupé tem preços que partem de 7.900 euros — o equivalente a quase R$ 20.777.

11/05/2013
 
 
» Site que hospeda denúncias de consumidores sobre preços abusivos chega ao Rio ainda este mês

No ar há um mês para hospedar as reclamações dos consumidores que se sentem prejudicados ao pagar, por exemplo, R$ 12 por um salgado na padaria, o site colaborativo #BoicotaSP já está pronto para expandir suas fronteiras. Com 150 mil visualizações diárias em tão pouco tempo, o projeto que nasceu entre quatro amigos quase que na mesa de bar terá nos próximos dias uma versão para a Cidade Maravilhosa, o #BoicotaRJ, que promete agitar a relação entre clientes e estabelecimentos do Rio em meio aos ventos da inflação.

Ainda antes de desembarcar por aqui, o projeto tem seus potenciais adeptos. “Vou abrir o celular e enviar para o site assim que me sentir prejudicado”, explica o contador Fabrício Menezes, que trabalha na Lapa e costuma frequentar bares e restaurantes da boemia carioca. “Se deixar para o dia seguinte, por vezes de ressaca, a gente desiste. É como ir ao Procon: na hora você tem vontade, mas deixa para depois e acaba desistindo”, acrescenta.

Um dos criadores do projeto, que teve sua primeira versão em uma página do Facebook, o publicitário Danilo Corsi explica a empreitada estratégica. “Vamos expandir o projeto justamente para atender os muitos pedidos que recebemos dos consumidores do Rio”, diz ele, que inclusive já registrou o endereço digital da futura página (www.boicotarj.com.br). O site deve entrar no ar nos próximos dez dias.

Apesar de utilizar o mesmo sistema da versão paulistana, uma espécie de blog abastecido pelos próprios usuários com imagens e relatos de preços subjetivamente considerados “acima do comum”, o criador admite que a experiência no Rio de Janeiro ainda é inimaginável. “Vamos abrir uma Caixa de Pandora. Não dá para dizer nem projetar absolutamente nada. Só depois é que vamos saber o que vai sair disso aí”, acrescenta ele, sem arriscar comparações.

Com um olho no preço e outro no produto, o bibliotecário Alberto Cirilo, que trabalha no Centro, deve ser mais um dos colaboradores da iniciativa. “Eu sempre entro num lugar já sabendo do preço. Mesmo assim, ainda sou surpreendido com coisas caras e acima do valor”, pondera. Afinal, se o barato pode sair caro, como diz o ditado, eles querem uma resposta justamente para o contrário: será que o caro não poderia ser, honestamente, mais barato?

11/05/2013
 
 
» Funkeira sensação do momento, Anitta já cobra R$ 60 mil por show

Cachê de Anitta sobe de R$ 500 (no início da carreira) para R$ 60 mil. Agora, quem quiser contratar o ‘show das poderosas’ terá que desembolsar uma grana. A funkeira, fenômeno da vez, anda faturando alto. Só este mês são 19 apresentações marcadas. E pelo andar da carruagem, ou melhor, do bonde, falta pouco para ela sair do aluguel.

 

11/05/2013
 
 
» Depois de Tim Maia, Tiago Abravanel vai interpretar outro cantor em novela

Tiago Abravanel não terá dificuldade na composição de seu próximo personagem em ‘Joia Rara’, nova trama das 18h, de Duca Rachid e Thelma Guedes. Famoso por interpretar Tim Maia no teatro, o ator fará outro cantor na novela: Toni, descendente de italianos e militante do Partido Comunista. Mas ele só entra na segunda fase da história.

11/05/2013
 
 
» Simoninha estreia laços com nomes cariocas em seu quinto disco

O ‘Baile do Simonal’ ainda não acabou. O show comandado por Wilson Simoninha e por seu irmão Max de Castro em homenagem ao pai, Wilson Simonal (1938-2000), já dura cinco anos e tem pedidos para 2014. E a memória do pai desponta no balanço Zona Sul de ‘Meninas do Leblon’, faixa de abertura do quinto álbum de Simoninha, ‘Alta Fidelidade’: Simonal tinha em seu repertório o funk ‘As Menininhas do Leblon’.

“O disco é uma continuação do meu trabalho, mas pode ter algo inconsciente aí”, diz. O desaparecimento de Simonal do mercado nos anos 70, acusado de delatar colegas para o governo militar, não fez com que Simoninha encarasse o sucesso do ‘Baile’ como vingança. “Tento tirar qualquer sentimento ruim. Já aconteceu de um cara de 20 anos chegar para mim e dizer que o ídolo dele é o Simonal. É bom que isso esteja acontecendo. Pena que ele não esteja aqui para ver”.

Nascido no Rio e radicado em São Paulo desde a adolescência, Simoninha já vinha fazendo um som mais acariocado desde ‘Melhor’, de 2008. O novo disco traz parcerias com cariocas como João Sabiá (‘Meninas do Leblon’) e Mu Chebabi (‘Nós Dois’).

“O Sabiá é influenciado pelo meu pai e até por mim mesmo”, lembra o cantor, cuja geração (com Max e Pedro Mariano) ajudou a trazer o soul de volta ao pop brasileiro. “Essa energia tinha que voltar. A gente tinha Banda Black Rio, Tim Maia, que criaram todo um estilo de pensar música”.

No disco, o cantor recorda sua banda Suíte Combo, que fazia som black nos anos 80/90, com ‘Quando’. “Éramos meio Jorge Ben. A música sertaneja e o pagode despontavam logo depois da onda do rock nacional, e não conseguimos espaço. Hoje também é difícil as coisas acontecerem. Além do Emicida e do Criolo, tem que ter mais gente”, diz o músico, que acompanha a carreira da novata Ellen Oléria, vencedora do reality show ‘The Voice Brasil’. “Há dois anos já se falava muito nela”.

11/05/2013
 
 
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