Documento sem título
  Segurança Pública e Direitos Humanos
 
Documento sem título
Associação de Oficiais Militares
CESeC
Fórum Brasileiro de Segurança
Forum de Segurança Pública
Governo estadual
Guarda Municipal do Rio de Janeiro
IBCCRIM
Instituto de Advocacia Racial e Ambiental
Instituto de Filosofia e Ciências Humanas
ISP
LeMetro
NECVU
NUFEP / UFF
NUPEVI
Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro
Polícia Federal
Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro
Rede Nacional Direitos Humanos
Rio de Paz
SEAP
Viva Rio
 
 O Dia
Veja + 
 Globo On
Veja + 
Folha ONLINE
Veja + 
 
 
Documento sem título
 

Deprecated: Function split() is deprecated in /home/jorgedas/public_html/rss/magpie/rss_parse.inc on line 153
 
» Folia leva quase um milhão de pessoas às ruas no fim de semana

Sem essa de pré. Em um fim de semana de festa, os foliões saíram de casa para mostrar que o carnaval já começou. Debaixo de sol e sob o brilho das purpurinas, 922 mil cariocas e turistas marcaram presença nos 90 blocos oficiais que desfilaram pela cidade no fim de semana. Divulgado ontem pela Riotur, o balanço não leva em conta os cortejos secretos, o que faz o número ser ainda maior.

Clique aqui para acessar a matéria na íntegra e visualizar esta fotogaleria.

Preta Gil elevou o clima no Centro. Em seu 11º ano de carnaval, o Bloco da Preta levou 320 mil foliões em torno do trio elétrico que concentrou na Rua Primeira de Março, pela manhã, e teve a participação dos blocos Mulheres de Chico, Bloconcé e Mulheres Rodadas, além do grupo Samba que Elas Querem. Uma ode ao empoderamento feminino. Do alto do carro de som, Preta recriou os versos de ?Abre alas?, canção centenária de Chiquinha Gonzaga e espécie de hino carnavalesco: ?Ô, abre alas, que eu quero passar; ô, abre alas que eu quero passar, quem disse que eu não estou no meu lugar, quem disse que eu tenho que agradar?, bradou a cantora, para o delírio do público.

Clique aqui para acessar a matéria na íntegra e visualizar esta fotogaleria.

Atento, o vendedor ambulante Gutemberg de Oliveira aproveitou uma boa oportunidade e vendeu garrafas de plástico vazias na entrada do cerco de segurança, onde as pessoas eram obrigadas a descartar garrafas de vidro para passar.

? Tive essa sacada quando soube que impediriam a entrada de garrafas de vidro. No Bloco da Claudia Leitte, no fim de semana anterior, vendi 70. Hoje, até as 10h, já foram umas 30 ? disse ele, enquanto vendia seis garrafinhas.

Clique aqui para acessar a matéria na íntegra e visualizar esta fotogaleria.

Não longe dali, o Fogo e Paixão comemorava dez anos em alto estilo no Largo São Francisco de Paula. Embalado por um repertório eclético, do funk ao brega, passando por samba e pagode, o bloco foi prestigiado por cerca de 45 mil pessoas, segundo a Riotur. A copeira Tamires Cristina, de 31 anos, saiu de Santa Cruz às 6h para curtir o ?baile?:

? Minha vontade é subir no trio, de tão animada que fico. Todo ano eu estou aqui, é a hora de ser feliz.

Em Ipanema, teve de tudo um pouco na união dos blocos Empolga às 9 e Afro Reggae. Até música sertaneja e pop rock para as 7 mil pessoas reunidas na Avenida Vieira Souto, na parte da tarde.

No Boitatá, que saiu do Centro, e no Suvaco do Cristo, que desfilou no Jardim Botânico, os foliões seguiram confirmando tendências para o carnaval deste ano. Encontros improváveis, como o de uma geosmina e um coronavírus, por exemplo, não foram raros. A qualidade da água entregue pela Cedae já está, literalmente (e carnavalescamente), na boca do povo. O Suvaco do Cristo, inclusive, fez da questão parte de seu samba-enredo ?Águas de fevereiro?. Entre um verso e outro, a galera cantou: ?Água, o Rio pede um pouco d?água...?.

Hit de carnavais recentes, o Amigos da Onça, que desfilaria na Praia do Flamengo, cancelou a apresentação. A prefeitura registrou outros dois cancelamentos.

Alheios à ameaça de multa, blocos não oficiais fizeram a festa. Foi o caso do Não Precisa se Preocupar, na Praça da Harmonia. Muitos moradores da região assistiram ao desfile das janelas de suas casas e alguns até disponibilizaram banheiros para os foliões.

17/02/2020
 
 
» No Arco Metropolitano, postes de energia solar são destruídos; rodovia sofre com falta de policiamento

RIO ? O Arco Metropolitano, uma das principais vias expressas do Grande Rio, costuma ser evitado por motoristas devido à rotineira falta de policiamento e em razão da iluminação quase inexistente. Uma das evidências do abandono do local foi constatada na manhã deste domingo pela equipe do GLOBO, que percorreu, nos dois sentidos da via, o trecho de 31 quilômetros entre a Rodovia Washington Luís, em Duque de Caxias, até o limite entre municípios de Nova Iguaçu e Japeri. Dos cerca de 1.860 postes de iluminação por energia solar existentes nesse trecho ? 60 por quilômetro ? quase todos tiveram suas baterias roubadas e suas bases serradas, deixando, consequentemente, a via em completa escuridão à noite. Não foi vista nenhuma viatura policial em toda a extensão percorrida, percurso que durou cerca de uma hora.

Em Nova Iguaçu, próximo ao quilômetro 67, postes não foram derrubados, mas tiveram suas baterias furtadas, deixando o trecho em completa escuridão à noite Giovanni Mourão / Agência O Globo

Ao contrário do cenário encontrado em Nova Iguaçu, onde os ladrões roubaram as baterias dos equipamentos de luz, mas deixaram os postes intactos, a situação é pior em Caxias: além do roubo das baterias, os postes com as placas de captação de energia solar tiveram suas bases serradas e foram derrubados, danificando centenas de conjuntos que se encontram abandonados e espalhados pelas laterais da pista e pelo canteiro central. Cada poste conta com quatro baterias.

EDITORIAL:Símbolo da corrupção, Arco Metropolitano precisa ser resgatado

De segunda à sexta-feira, Abelardo Cantarino, morador do bairro da Figueira, em Caxias, usa seu carro para ir até o bairro da Luz, em Nova Iguaçu, onde fica situado o escritório onde trabalha. Há pouco mais de três anos, o administrador utilizava o Arco Metropolitano como rota para ir e voltar do trabalho. Mas hoje, devido à falta de segurança e iluminação, prefere dar uma volta maior e pegar a Rodovia Presidente Dutra, por onde se sente mais seguro para transitar.

? No ano passado, saindo de Caxias até Nova Iguaçu, contei mais de 200 postes derrubados e saqueados. Não consegui continuar a contagem mas, certamente, são mais de mil postes quebrados ao longo do Arco (Metropolitano). As caixas de bateria, que ficam no alto dos postes, também estão vazias. É uma tristeza ver uma obra cara como essa ser abandonada tão pouco tempo após ser inaugurada ? desabafou o morador da Baixada Fluminense.

Lava Jato

Inaugurado em 2014 pelo governo estadual, com a promessa de ser uma das rodovias mais modernas do Brasil, o Arco Metropolitano transformou-se num símbolo de corrupção: a obra é investigada pela Operação Lava Jato por superfaturamento. Desde outubro de 2018, a administração da via foi transferida do governo estadual para o governo federal. De janeiro até outubro de 2019, a via que custou R$ 1,9 bilhão aos cofres públicos computou 199 roubos a motoristas.

Em maio, a Polícia Rodoviária Federal (PRF), responsável pelo patrulhamento da via, admitiu ao GLOBO que nenhum agente fica baseado nos 72 quilômetros de pistas entre Caxias e o Porto de Itaguaí, justificando que suas equipes ficam baseadas em outras rodovias próximas, uma vez que a segurança da via foi repassada ao órgão sem haver qualquer infraestrutura para a realização do trabalho.

Até o fechamento desta edição, a Polícia Militar, a Polícia Civil, a PRF e o Ministério da Infraestrutura, responsável pela gestão da rodovia, não responderam aos questionamentos da reportagem.

17/02/2020
 
 
» 'Os livros estão aí para serem lidos; perigoso é não ler, é censurar?, diz presidente da ABL
Conteúdo exclusivo para assinantes, acesse no site do globo.
17/02/2020
 
 
» Após dança em show evangélico, apoio formal de Bolsonaro a Crivella ainda é incerto
Conteúdo exclusivo para assinantes, acesse no site do globo.
17/02/2020
 
 
» Metade das terras indígenas da Amazônia é alvo de mineração

BRASÍLIA ? Um estudo encomendado pela Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa Mineral (ABPM) mostra que metade das terras indígenas homologadas da Amazônia Legal é foco de interesse minerário por empresas ou pessoas físicas. O levantamento mostra que, das 379 terras indígenas homologadas e localizadas na Amazônia Legal, 190 são alvo de algum tipo de processo minerário. Ao todo, 4.050 processos tramitam na Agência Nacional de Mineração (ANM) que incidem sobre terras indígenas já homologadas.

Leia:Bolsonaro critica reservas indígenas feitas por antecessores; 'Verdadeira indústria de demarcações'

O interesse em relação à mineração na Amazônia voltou à tona no início de fevereiro, quando o presidente Jair Bolsonaro enviou ao Congresso Nacional um projeto de lei que regulamenta a exploração mineral em terras indígenas, alvo de críticas feitas por lideranças indígenas e ambientalistas.

O levantamento feito pela ABPM cruzou dados da Funai, ANM e IBGE. O resultado é apontado pelo estudo como uma espécie de bússola que indica as áreas de mais interesse de empresas que visam a exploração mineral na região amazônica.

Projeto de lei:Bolsonaro pede apoio da bancada ruralista a projeto de exploração de terras indígenas

Desde 1988, a legislação proíbe que órgãos do governo concedam autorizações para pesquisa ou exploração mineral em terras indígenas. A Constituição Federal previu a atividade mineral em áreas indígenas desde que ela fosse regulamentada por lei, o que não aconteceu ainda.

Áreas de maior interesse

O estudo aponta que a maioria dos processos minerários (61,2%) foi protocolada antes das terras terem sido homologadas, última etapa da demarcação de uma terra indígena. O restante (38,8%) foi protocolado após essa etapa. Em outras palavras: a maior parte dos pedidos de pesquisa ou de lavra em áreas que hoje são terras indígenas foi protocolada antes de o governo homologá-las e, portanto, restringir a possibilidade de exploração.

O estudo mostra que, apesar de as terras indígenas estarem espalhadas pela Amazônia Legal, o interesse minerário de empresas e pessoas físicas se concentra em oito grandes regiões. Esses grupos se localizam nas áreas conhecidas como ?terras altas da Amazônia?, que têm uma formação geológica considerada favorável à presença de reservas minerais.

Entrevista:Eduardo Viveiros de Castro: 'O governo declarou guerra aos índios'

Apesar da geologia favorável, o estudo mostra que o conhecimento sobre a existência ou não de jazidas nessas regiões ainda é incipiente. Entre as áreas consideradas mais atrativas estão a região do Alto e Médio Rio Negro, no Amazonas, onde há informações sobre jazidas de ouro, nióbio e estanho. Outra região de interesse é a localizada sobre as terras indígenas Ianomâmi e Raposa Serra do Sol, entre os estados do Amazonas e Roraima.

No Amapá, está outro grupo, localizado sobre o Parque do Tumucumaque e a terra indígena Wajãpi. Lá, também há informações sobre a existência de jazidas de ouro, nióbio, tântalo e ferro.

Entre as regiões de interesse consideradas mais críticas estão aquelas localizadas nas terras indígenas Ianomâmi, Raposa Serra do Sol, Munduruku e Kayabi (Pará) e Uru-Eu-Wau-Wau (Rondônia).

Essas regiões são conhecidas por abrigarem garimpeiros, tanto indígenas quanto não-indígenas. Nos últimos anos, há relatos de conflitos na região, como no massacre de 2014, quando índios da etnia cinta-larga, em Rondônia, mataram garimpeiros que atuavam em suas terras na exploração de diamante.

Processos indeferidos

O estudo aponta que, apesar de numeroso, os processos minerais envolvendo terras indígenas estão sendo indeferidos pela ANM atendendo a uma recomendação do Ministério Público Federal.

Para o presidente da ABPM, Luiz Azevedo, o indeferimento dos pedidos é positivo porque ?limpa? e prepara o cenário de pesquisas e pedidos envolvendo terras indígenas para um novo marco regulatório do setor, que entraria em funcionamento a partir da aprovação do projeto de lei enviado por Bolsonaro.

? Se vamos ter um novo marco regulatório, não faria sentido que esses pedidos permanecessem tramitando. Caso o projeto seja aprovado, começa um novo momento ? disse Luiz Azevedo.

Azevedo afirma ser favorável à ideia principal do projeto ? regulamentar a mineração em terras indígenas ?, mas defende ajustes no texto. Para ele, deveria haver mais espaço para que o Congresso se manifeste sobre as áreas que deverão ser estudadas. Pelo projeto, essa atribuição recai sobre a Presidência da República.

? O texto original concentra muitas atribuições na Presidência. Por mais legítimo que o Executivo seja, entendemos que o Congresso poderia ter mais voz nesse processo. Não deveria se limitar apenas a autorizar, mas também deveria ter o poder de indicar as áreas que poderiam ser pesquisadas ? explica.

Azevedo defende que as comunidades indígenas tenham mais participação no processo e poder de veto, dependendo do minério envolvido.

Projeto de mineração:Índios não terão poder de veto contra projetos em suas terras, mas governo defende 'consenso'

Para o coordenador-executivo da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), Paulo Tupiniquim, um poder de veto parcial não teria a aprovação dos indígenas.

? Não existe isso de poder vetar este ou aquele mineral. No final, quem será afetado não será o presidente, o deputado ou o empresário. São os índios. Por isso que não queremos a mineração ? afirmou Tupiniquim.

17/02/2020
 
 
» Isenção fiscal a igrejas é maior em estados e municípios

SÃO PAULO ? Se lideranças religiosas não conseguiram em janeiro um subsídio de energia elétrica para igrejas e templos com o governo Jair Bolsonaro, em municípios e estados a obtenção de benefícios tributários tem se dado em larga escala. Um trabalho de articulação política regional, capitaneado principalmente por lideranças evangélicas, é o responsável pelo seguinte retrato: na maioria das capitais os templos religiosos têm hoje permissão para não pagar IPTU tanto de imóveis próprios como alugados. Em âmbito estadual, a conquista da isenção de ICMS em contas de consumo (água, luz, gás e telefonia) já é realidade nos maiores estados do país.

Leia:Bolsonaro vai a evento de igreja evangélica que deve R$ 144,3 milhões à União

Em janeiro, Bolsonaro decidiu não dar subsídio nas contas de luz de templos religiosos. Em dezembro, o presidente sancionou Lei que prorrogou até 2032 os incentivos fiscais vinculados ao ICMS para templos religiosos de qualquer culto e associações beneficentes, como as Santas Casas. Apesar do avanço registrado na última década, organizações religiosas reclamam de dificuldades na obtenção do que defendem ser um direito constitucional. A Constituição prevê imunidade tributária a vários segmentos econômicos e sociais, como templos religiosos de qualquer culto.

O texto, entretanto, é generalista, e isso já causou diversas interpretações sobre a abrangência do benefício. No caso do IPTU, em dez capitais as prefeituras não dão isenção do imposto se o imóvel do templo for alugado, apenas se for patrimônio da entidade. Porém, já formam maioria (16) aquelas que concedem a imunidade nos dois casos.

Mais:Bolsonaro prioriza lideranças evangélicas em agenda e políticas públicas

Esse movimento não é exclusividade dos municípios maiores. Na pequena Potim (SP), de 22 mil habitantes, vereadores aprovaram em dezembro passado o benefício para templos alugados. São diversas os casos desse tipo.

Em 16 cidades, templos têm isenção Editoria de Arte

Benefício ampliado

Uma tentativa de resolver de vez o assunto está na Câmara. A PEC 200, de 2016, acrescenta ao texto da Constituição, de maneira explicita, os imóveis locados como uma das situações para a imunidade tributária. O texto já passou pelo Senado, mas espera votação dos deputados. O tema também já foi discutido no Supremo Tribunal Federal (STF), e o entendimento foi de que imóveis alugados têm direito à isenção.

No Rio, a Igreja Católica briga com a prefeitura para garantir um benefício ainda mais amplo. A instituição quer a isenção do IPTU sobre todo o terreno onde fica uma capela em Botafogo, na Zona Sul. O município não cobra o imposto apenas da parcela referente à área da capela.

Política Externa:Governo deixa religião guiar sob argumento de que Brasil é 'país cristão'

Em São Paulo, lideranças religiosas conseguiram aprovar, no fim do ano passado, a ampliação da isenção para esses casos. Desde 2001, a capital paulista não cobra IPTU de templos religiosos, sejam próprios ou alugados. Com a nova lei, a isenção será aplicada agora ao imóvel em sua totalidade e não apenas à metragem do local destinado ao culto religioso.

? Queremos que se cumpra o que está na Constituição, mas é grande a proliferação de normas locais para restringir as hipóteses de imunidade a que os templos religiosos têm direito ? diz Hugo Cysneiros, advogado da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

Os avanços nos legislativos municipais refletem o crescimento da influência do segmento religioso na política, especialmente o evangélico. As ações em câmaras municipais são, em geral, lideradas por vereadores ligados a igrejas. A eleição de 2018 levou a um aumento de 16% da bancada evangélica na Câmara e no Senado. Para as eleições municipais deste ano, a tendência é a mesma.

Analítico:Bolsonaro contrata plebiscito na eleição do Rio ao se aproximar de Crivella

Nas assembleias legislativas estaduais não é diferente. Entre os dez maiores estados do país, seis não cobram de organizações religiosas o ICMS em contas de consumo: MG, RJ, RS, PR, SC e PA ? os três primeiros estão na lista dos estados com maiores dificuldades financeiras atualmente. O governador do Rio, Wilson Witzel, sancionou este mês a lei que dá isenção nesses casos.

Diferentemente do IPTU, o benefício não é uma obrigação prevista na Constituição. A decisão de isentar o tributo que incide sobre contas de água, luz, gás e telefone é estritamente política. Cobram o imposto SP, BA, PE e CE.

Na cidade de São Paulo, o prefeito Bruno Covas regulamentou este ano as regras para acesso à isenção do IPTU com a promessa de tornar o processo menos burocrático.

Dívida tributária

São cerca de 25 mil as entidades religiosas no país, segundo a Receita Federal. Um levantamento feito pela Agência Pública no ano passado mostrou que esse segmento deve à União cerca de R$ 460 milhões em tributos.

Líder da Frente Parlamentar Evangélica (FPE), Silas Câmara (Republicanos-AM) afirmou considerar que a imunidade tributária das igrejas é um ponto consagrado pela Constituição. Sobre a possibilidade de ampliação de benefícios por estados e municípios recentemente, ele adotou cautela e disse que pretende debater a questão no âmbito da proposta do governo de reforma tributária.

Professor livre docente do departamento tributário da PUC de São Paulo e advogado da Conselho Nacional dos Conselhos de Pastores do Brasil (Concepab), Ricardo Sayeg afirma que não se trata de ampliação de benefícios para templos, mas de uma ?adequação à realidade?. Para o jurista, a Constituição garante imunidade para todas as atividades que estão relacionadas à liberdade de culto:

? É preciso analisar a situação na perspectiva do culto. Tudo aquilo que é necessário para o culto passa a ser compreendido no conceito de templo e passa a ter imunidade. Pelas lentes do culto, qual a diferença se ele ocorre em imóvel próprio, cedido ou alugado? A Constituição estabelece imunidade para templos de qualquer culto.

17/02/2020
 
 
» Investimentos em novas usinas solares vão chegar a R$ 9,5 bilhões até 2025
Conteúdo exclusivo para assinantes, acesse no site do globo.
17/02/2020
 
 
» Novo diretor do MAM, Fabio Szwarcwald quer reativar Bloco Escola e ampliar público do museu
Conteúdo exclusivo para assinantes, acesse no site do globo.
17/02/2020
 
 
» Segunda sem carne: chef ensina receita de linguine de cogumelos trufado

Produtos frescos como shiitakes e alho-poró compõem o linguine finalizado com azeite trufado, que é servido no Tragga pelo chef Adair Herrera (por R$ 62). Ficou com água na boca? Veja a receita abaixo.

Bares e restaurantes do Rio:Veja o Guia Rio Show de Gastronomia

Clique aqui para acessar a matéria na íntegra e visualizar esta lista.

Linguine de cogumelos trufado

Ingredientes

  • Massa linguine - 160g

  • Cogumelo shiitake fresco - 40g

  • Cogumelo shimeji - 40g

  • Alho-poró - 30g

  • Alho - 5g

  • Cebola branca - 10g

  • Azeite trufado - 20ml

  • Pimenta - 3g

  • Creme de leite - 100ml

  • Salsinha fresca - 1g

  • Vinho branco seco - 200ml

  • Modo de preparo

  • Colocar o linguine em água fervendo com azeite e sal. Verificar o ponto da massa, tirar e colocar em água com gelo para cortar a cocção e reservar.
  • Colocar em uma frigideira com um pouco de azeite, cebola picada em brunoise e alho picado. Cozinhar levemente e colocar um pouco de sal. Logo, entrar com os cogumelos e alho poró.
  • Lembrar que a frigideira tem que estar bem quente para selar os sabores, acrescentar sal e colocar pimenta. Logo depois, reduzir com vinho branco, deixar evaporar o vinho e entrar com o creme de leite. Assim, realizar uma redução do creme de leite com ele mais ralo. Quando ficar com uma boa consistência já de creme, colocar o linguine previamente marcado.
  • Só esquentar o creme, botar o azeite trufado com uma colher e misturar com a massa. Finalizar com salsinha desidratada ou salsinha fresca bem picada na faca, servir no prato oval fundo colocando alguma folha fresca para enfeitar por cima.
  • Tempo de preparo: 30 minutos

    Rende: 1 porção.

    Tragga: Rua Capitão Salomão 74, Humaitá ? 3507-2235.

    Siga o Rio Show nas redes:

    No Twitter: @rio_show

    No Instagram: @rioshowoglobo

    No Facebook: RioShow

    17/02/2020
     
     
    » Fora da TV aberta, Juliana Silveira fala sobre carreira nas séries, educação do filho e como é chegar aos 40

    Prestes a completar 40 anos, a atriz Juliana Silveira, que ficou conhecida por Malhação e Floribella investe agora em uma carreira independente nos seriados. Ela viverá Lara, em Matches, nova série da Warner, que estreia na próxima terça-feira (18) e trata de relacionamentos modernos por meio de aplicativos de paquera; e uma prostitura em Cinema Café, produção de Paloma Duarte ainda sem emissora e previsão de lançamento. Em entrevista à Revista Ela, porém, a atriz confessa que sente saudades das novelas. Comenta, ainda, sobre a nova fase chegando aos 40 e sobre a educação do filho Bento, de 8 anos. Confira os destaques da conversa a seguir.

    Relacionamentos modernos

    "Minha personagem em 'Matches' é uma mulher separada, mas que ainda se relaciona com o marido. Quando a melhor amiga mostra que ele já seguiu em frente e está no aplicativo, ela resolve se vingar e entrar também e aí a história dela começa. Então, a série fala das dificuldades de se relacionar nos dias de hoje. O que devemos ou não aceitar. Não fazemos julgamento, mas levantamos algumas perguntas. Eu não entrei em aplicativo para pesquisar nem nada assim. Conversei mesmo com amigos que usaram. Todo mundo tem uma história. Não sei dizer se eu entraria em um app desses se fosse solteira. Na minha época não tinha nem Whatsapp (Ela é casada com o artista plástico João Vergara desde 2011). O que eu acho é que qualquer relação virtual pode virar uma máscara. Acho que quando começamos a nos relacionar, a grande chave que vira é quando mostramos os defeitos, o que precisamos trabalhar emocionalmente e como aquela outra pessoa pode nos ajudar. Acho que essas ferramentas podem atrapalhar nesse sentido. Mas também acho válido se for algo para se divertir. Tem gente até que casa"

    Lara, personagem de Juliana na série Matches Divulgação

    Saudade das novelas

    "Minha vontade quando saí (da TV aberta) era experimentar essa abertura de mercado, ver as novas possibilidades, que incluem as séries. Eu sou cria da TV aberta, sinto muitas saudades. Tenho muita vontade de fazer novela, mas hoje em dia quando você começa a fazer série, tem outra temporada e você vai indo. Então, eu estou seguindo esse caminho, mas estou aberta. No segundo semestre já tenho três meses fechados e tenho outros projetos em outras áreas também. Mas se Deus quiser, ainda vou voltar para a TV. Eu adoro novela. Todo mundo reclama ?Ai que saco, nove meses. A gente não tem vida?. Eu adoro não ter vida, adoro fazer uma segunda família e ficar morando na emissora. E é uma coisa que sei que tem data para acabar e depois fico morrendo de saudade. Acho maravilhoso, só saí mesmo porque precisava, como atriz, ter novas experiências. Tava na hora de dar esse passo. A gente pensa na idade, perfil. Pensa ?Será que com 50 eu vou aguentar? Vou ter esse pique??. Então, o momento era este, mas eu ainda vou fazer mais novelas por aí"

    Aniversário chegando

    "Os 40 são a melhor fase da vida (Juliana começa a nova década em 12 de março). É a idade da loba mesmo! Quando era adolescente e pensava em ter 40, me imaginava uma senhorinha, de cabelo branco. Não tem nada disso. Os 40 são os novos 20. E falo isso não para exaltar a juventude, mas para exaltar maturidade mesmo. Meu corpo tá maravilhoso, o cabelo não ficou branco ainda, efetivamente nada mudou. Eu tenho minha família, minha carreira, pude fazer minhas escolhas. Cheia de pique, fui à Disney com meu filho e acompanhei ele em todos os brinquedos. Acho que estou me sentindo mais corajosa. As questões que eu tinha aos 20 foram sendo resolvidas, com muita meditação e terapia. Fico pensando que com 50 vai ser ótimo também. Vejo aquelas mulheres maravilhosas em Hollywood no Oscar e penso ?Quero estar dirigindo assim, sendo assim?. A gente tem a referência dessas mulheres que envelheceram, mas a vida se tornou infinitamente melhor. Antes, não viamos muito isso, ou não se falava muito sobre. Esse negócio de idade é uma bobagem. Tá tudo na cabeça."

    'Idade da loba mesmo', diz Juliana sobre fazer 40 anos Foto: Dêssa Pires/ Divulgação

    Hora das mulheres

    "A gente vive também um momento maravilhoso de um florescimento do feminismo. Nós ainda temos muitas questões para resolver, mas é uma alegria ver as meninas de 20 anos super bem resolvidas. Imagina essas meninas quando chegarem aos 40? Se eu já estou aqui e era cheia de inseguranças e problemas e não tinha ninguém para conversar, imagina elas? Isso é uma onda. Acho que é uma constante para as mulheres se ajudarem a chegar lá. Estamos nos permitindo falar sobre as coisas"

    Educação sem preconceitos

    "O Bento é canceriano. Ele é bem observador e sensível. A gente foi deixando ele se envolver, ver quais eram os gostos pessoais em tudo. Mas ele é um menino carinhoso, gosta de abraçar. A madrinha dele é casada com uma mulher e tem uma filha. Então ele está inserido em um contexto familiar muito livre de preconceitos. Para ele é tudo muito normal. A gente nem fica conversando ?ah, isso aqui é certo e isso é errado?. Acho que a gente também educa muito com o ambiente e as ações. Eu sou atriz, o pai artista plástico e o avô também. Ele tem muita arte ao redor, muita gente livre de preconceitos ao redor dele. Então ele já tem essa experiência de vida diferente de outras crianças. Aqui em casa a gente não tem muito que ficar falando das coisas. Ele para e vê um quadro: ?ah, a pessoa está nua?. Mas não tem muitas questões com isso, um aprofundamento, um julgamento. Aí quando ele tem uma dúvida, vem conversar."

    Espaço de fala

    "Acho que a coisa mais importante para a educação é deixar um espaço aberto para que ele possa dizer o que o incomoda no que ele está vendo. Se for algo diferente, que ele nunca viu, ele vai perguntar. Acho que não precisa ficar protegendo a criança como se o mundo fosse uma coisa horrorosa. Porque o mundo é o que é. Vão ter coisas que não vão ser tão legais e você vai direcionando conforme as suas crenças. É complicado dizer: este caminho é o certo. Também não quero julgar quem é diferente de mim. Estamos em um momento de respeitar as pessoas. Tem gente que bate mais firme no que acredita. Eu educo meu filho como eu encaro a vida, sabe? É isso, sem julgamento. Não sou perfeita, mas eu tento sempre me colocar no lugar do outro. Só quero que ele seja um ser humano capaz de abraçar todos os outros seres humanos"

    Nova geração

    "Mas eu acho que essa geração dos pequenos já vem com uma chavinha ligada do não-julgamento que é muito bonito. Eu acredito em alma, em evolução e eu acho que estamos um movimento do mundo para construir o lugar de amor e de aceitação. Eu nasci em 1980 e tive outra educação . Acho que as crianças de agora nasceram na melhor época possível. Tem gente que acha que é o fim do mundo. Eu não acho que tá perdido, não, confio nesse caminho do amor. Eu como mãe se não acreditar nessa geração, vou fazer o que?"

    15 anos de Floribella

    "Estamos com um projeto para comemorar os 15 anos da (novela) Floribella e estou muito animada. Estamos planejando ações na internet e, se tudo der certo, no final do ano sair em uma turnê, fazer um musical. Mas tudo ainda é um sonho e uma conversa."

    17/02/2020
     
     
    1
    Documento sem título
    Todos os Direitos Reservados Jorge Da Silva   Desenvolvido por Clandevelop