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» Filmes brasileiros dirigidos por mulheres se destacam no início da temporada de festivais
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18/01/2021
 
 
» Por causa da pandemia, quase 6 mil detentos que já deveriam ter voltado à prisão estão em domiciliar no Rio

RIO - A pandemia do novo coronavírus fez com que 5.636 detentos que cumprem pena no regime semiaberto fossem /autorizados a permanecer em prisão domiciliar no estado do Rio. Ele começaram a sair das cadeias em março do ano passado, quando a Vara de Execuções Penais (VEP) deu sua primeira decisão sobre o tema. Cinco meses depois, em agosto, houve uma tentativa de que os presos nessa situação iniciassem o retorno às celas. Mas a medida vem sendo adiada devido às dificuldades para planejar a volta de milhares deles sem aumentar o risco de contaminação daqueles que permaneceram atrás das grades.

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Em agosto, o juiz titular da VEP, Rafael Estrela, havia estabelecido que o retorno desses detentos começasse em 10 de setembro, terminando no dia 14 do mesmo mês. A Defensoria Pública do Estado entrou com um habeas corpus e conseguiu suspender a determinação liminarmente. Decisão que foi confirmada pelo Tribunal de Justiça, mantendo a suspensão e definindo que a situação fosse novamente analisada pela VEP até o próximo dia 24 de janeiro.

Os cerca de 5,6 mil presos sobre os quais está sendo discutido o retorno para a cadeia são os que cumprem pena em regime semiaberto e possuem autorização para deixar o presídio e visitar familiares, a chamada Visita Periódica ao Lar (VLP). Em situação normal, esses presos deixam as unidades em datas programadas e voltam após alguns dias. Com a pandemia, eles não precisaram retornar.

Além deles, também estão em domiciliar, por causa da pandemia, 353 detentos do regime semiaberto que trabalham fora da cadeia e 807 do regime aberto, que podem sair das unidades prisionais durante o dia e só regressam para dormir. Atualmente, o sistema prisional do estado está com 43,4 mil detentos.

Sem tornozeleira

Conhecida como Viúva da Mega-Sena, Adriana Ferreira Almeida é uma das presas que estão nessa situação. Condenada a 20 anos de prisão por ser mandante do assassinato do marido, a ex-cabeleireira saiu da cadeia em 24 de dezembro para passar o Natal com a família e, por enquanto, não há data para que ela retorne ao presídio.

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A decisão da VEP que beneficiou os presos do semiaberto com direito a VPL não determinou o uso de tornozeleira eletrônica para monitoramento. Os beneficiados devem permanecer em casa das 22h às 6h nos dias de semana. Nos fins de semana e feriados, eles não podem sair. Apesar das regras impostas, fontes da Secretaria Estadual de Administração Penitenciária (Seap) afirmam que falta fiscalização.

Coordenador do Núcleo do Sistema Penitenciário da Defensoria Pública do estado, o defensor público Daniel Diamantaras de Figueiredo afirma ser a favor do retorno dos presos, mas desde que haja planejamento para que isso ocorra. A Seap informou que elaborou um novo protocolo no qual o retorno dos presos ocorrerá por ordem alfabética em um período de 30 dias, mas não forneceu mais detalhes, por exemplo, de como será feito o isolamento. A VEP disse que vem fazendo seu papel, analisando com rigor todos os processos que caibam concessão de benefício.

Dados obtidos pelo GLOBO via Lei de Acesso à Informação revelam que de 16 de março a 16 de novembro de 2020, 460 presos tiveram diagnóstico positivo para Covid-19 no Rio. Desses, 16 morreram em razão da doença.

18/01/2021
 
 
» Polícia Civil do Rio troca coletes de 25% do efetivo; custo é de R$ 19,6 milhões

RIO - A Polícia Civil comprou dois mil coletes à prova de balas, em novembro do ano passado, que têm capacidade de resistir a tiros de fuzil. Eles são suficientes, no entanto, para apenas 25% do efetivo, de cerca de nove mil agentes. Num primeiro momento, devem ser entregues a policiais lotados em delegacias especializadas, grupos operacionais de delegacias distritais e à Coordenadoria de Recursos Especiais (Core, a polícia de elite da instituição). O material deverá chegar em março e custou R$ 19,6 milhões.

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A troca dos coletes é requisitada por agentes e pelo Sindicato dos Policiais Civis do Rio (SindPol), já que muitos dos que continuam em uso estão vencidos. Há, inclusive, uma ação judicial para que a polícia substitua todos eles. De acordo com a delegada Valéria de Aragão Sádio, subsecretária de Gestão Administrativa da Polícia Civil, desde 2019 uma comissão traça estratégias para a compra dos novos coletes. O objetivo, segundo a policial, era ?escolher um material adequado para a realidade do Rio de Janeiro?.

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? Logicamente, estamos pensando na compra de mais? diz ela. ? Temos uma criminalidade que utiliza vários tipos de munição, incluindo de fuzil. Então, é necessário um colete com proteção adequada para preservar a vida dos policiais.

Presidente em exercício do SindPol, Fábio Neira segue cobrando, no entanto, que os equipamentos de proteção mais seguros cheguem a todos os agentes do Rio.

18/01/2021
 
 
» Covid-19: no primeiro lote da vacina, Rio cobrirá 20% do grupo prioritário
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18/01/2021
 
 
» Grávida, Fabiana critica: 'A gente deveria ter uma política de apoio à mulher atleta'

A bicampeã olímpica Fabiana, de 35 anos, grávida de Asaf, previsto para abril, sonha com o abraço da mãe Maria do Carmo, de 64, no momento mais especial da sua vida. Não quer se imaginar parindo sem ela por perto. Mas, sabe que isso pode acontecer por causa da pandemia. A jogadora abriu mão da Olimpíada de Tóquio, em julho, para realizar sonho antigo.

Apaixonada por crianças, ela conviveu por 10 anos com uma batalha interna comum às mulheres, mas cruel às atletas: maternidade ou carreira? Viu amigas aumentarem a família, como Sheilla, e se perguntava qual seria o seu momento. Ironicamente, foi em Tóquio que tomou esta decisão. Sentia o gostinho olímpico pela quinta vez, atuando pelo Hisamitsu Springs, quando a Olimpíada foi adiada e tudo mudou.

Nesta entrevista, a jogadora, que não tem contrato com clube e que por isso paga sozinha o pré-natal, falou sobre a gravidez, solidão, racismo, Olimpíada e questionou o abandono às atletas grávidas.

Quer parto normal?

A ideia é essa. Antes queria cesárea, pensando que seria mais prático. Depois fui ler e me aprofundar na questão e mudei de opinião.É muito importante para o bebê, em termos de desenvolvimento. Minha mãe contou que teve os dois filhos de parto normal (ela e o irmão Bruno, de 38 anos) e que foi uma bênção porque não teve dores. Não sei o que me aguarda mas essa será a minha tentativa.

Você tem duas sobrinhas, então já tinha essa presença de crianças na família...

Na verdade não. Há 20 anos meu irmão mora nos Estados Unidos. Minhas sobrinhas, a Gabriela (8 anos) e a Juliana (6) nasceram lá. Com rotina no clube e seleção, só conseguia fazer uma viagem por ano para ficar com elas. Na minha vida, nunca tive bebezinhos por perto.

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Você sentia falta?

Me cobrei a vida inteira. Sempre fomos grudados. E o que mais me fez sofrer durante a carreira toda, foi a distância. Quando voltava, um ano depois, minhas sobrinhas estavam completamente diferentes. As duas vieram para o meu casamento, que vai completar três anos, e não as vi mais. Íamos viajar no ano passado e a pandemia impediu. No ano anterior, estava jogando no Japão e ficou complicado.

Quando via as companheiras de seleção com filhos ficava mais angustiada?

Sou apaixonada por criança e me imaginava naquelas cenas. Peguei a fase de várias mães. Paula Pequeno, Carol Albuquerque, Fabíola, Tandara. Todas levam seus filhos para Saquarema na concentração da seleção. E eu brincava muito com a criançada. Depois dos 26 anos, aquilo foi crescendo dentro de mim cada vez mais forte. Tipo assim: ?Quero ter meu filho?.

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Tem cerca de dez anos esse mantra...

Isso! Não dava mais para esperar.

O fato da Sheilla, sua grande amiga, ter tido filhas em 2018 pegou mais ainda?

Não sei se é real ou não, mas parece que sim. Bateu o tal relógio biológico. Só pensava que queria ter meu bebê, aproveitar meu esposo e casamento e estar com a família. O Vinícius (de 28, diretor artístico e cantor) também é apaixonado por criança. A família dele tem trocentas. E estar com as filhas da Sheilla fez minha vontade aumentar sim! Afinal, a gente viveu tudo juntas, dividimos o quarto na seleção por toda a vida. Mas, eu também tinha objetivos para cumprir antes.

Quais objetivos?

Eu queria muito jogar mais uma Olimpíada. No fundo, sempre tinha esse peso. Ser mãe ou ir para a Olimpíada? E tudo mudou, sem programação, com a pandemia e o adiamento dos Jogos. Quando isso aconteceu eu pensei: ?O quê? É agora!?.

Fabiana e Asaf, na (ainda) pequena barriga, no início fa gravidez. Reprodução

E você sentiu o gostinho de perto porque jogava no Japão. Como foi?

Estava no Japão quando começou a especulação que os Jogos seriam adiados. Por mais que eu tenha me despedido da seleção em 2016 e voltado em 2019, essa meta eu sempre tive. A cabeça é toda preparada para a Olimpíada. Mas acho que foi o melhor. Nem sei se temos condições de ter Olimpíada em 2021. Bateu uma tristeza... E essa tristeza virou felicidade. Eu sempre quis ser mãe e estou realizando o sonho da minha vida. Não ia esperar mais um ano. Um ano na vida de um atleta é muita coisa, ainda mais para a mulher.

Você acha que a Olimpíada vai acontecer esse ano?

Acredito que sim, mas não sei qual a forma que vão adotar. O ideal seria "bolha", sem público ou com poucas pessoas mesmo. É muito perigoso... É muita gente envolvida num evento como esse. Os japoneses são muito certinhos e querem adiar de novo. Quando começou a pandemia, eu nem podia sair de casa. O clube mandava um carro me buscar. Ia da casa para o ginásio e do ginásio para casa. Lá no Japão, o povo já respirava a Olimpíada. Em todos os lugares tinham os cartazes, propagandas. Tudo prontinho com muita antecedência. Estar no Japão, para mim, era estar mergulhada nesse espírito. Foi um baque...

Você acha que os atletas devem ir a Tóquio vacinados? Deveria ser uma obrigatoriedade?

Eu acho que todos que estiverem envolvidos com os Jogos tem de estar vacinados. Mas não sei se é possível. Se uma pessoa pega, já era.

As aletas da seleção fazem controle hormonal para não menstruar nos momentos chaves da temporada. Você também fazia? Foi fácil engravidar?

Eu controlava porque sempre tive fluxo forte. Passava mal, tinha dores de cabeça, nas costas. Mas, ao mesmo tempo, isso era ruim isso para mim. Não me adaptei a nenhum anticoncepcional e olha que experimentei vários. Ficava mais para baixo, um horror. Quando coloquei o Diu então? A pior coisa da minha vida. Não adiantou nada em relação ao fluxo e eu tinha muita cólica. Então, há cerca de um ano, tirei o Diu e usava preservativo. Por isso, foi fácil engravidar. Estava com o corpo preparado. Mas, também, se eu precisasse fazer algum tratamento para engravidar, eu faria. Faria tudo.

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Como está sendo passar pela gravidez em plena pandemia, correndo o risco de não poder ter os parentes na maternidade? Você se sente solitária?

Minha família toda é de Minas Gerais e a do meu esposo, de São Paulo. E desde o início da pandemia, quando já estava no Brasil, fiquei mais reclusa. Fiz poucas visitas aos meus pais e no final do ano, com essa nova onda, não os vi. Foi tão triste... Tem sido muito difícil. É o momento em que eu mais gostaria de estar grudada com os meus pais. Eles são grupo de risco e estão em casa. Ficam com medo de vir. Não sei quando e como poderemos nos ver de novo. Estão todos à minha volta, mas estou sozinha. Minha cunhada, que mora nos EUA, perdeu o bebê e teve de passar por todo esse processo sozinha... Já falei para a minha mãe que não consigo imaginar dar à luz ao meu filho sem ela a meu lado. Espero que até abril, a maior parte das pessoas consiga ter acesso a vacina. Tenho esperança.

Consegue fazer algum esporte na gravidez?

Academia e pilates. Sou muito agitada, ligada no 220V. Até para a cabeça me faz bem. Preciso de atividade física. Faço com personal e com acompanhamento médico, aqui no meu prédio.

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Como se sente na gravidez? Teve desejos?

Não tive desejos e brinco com o meu esposo que ainda não o fiz correr atrás de algo mirabolante (risos). A única coisa que tem me incomodado é a azia. Graças a Deus, não tive enjoos, dor de cabeça, nem nada.

Você está conseguindo trabalhar ao mesmo tempo? Iniciou uma carreira nova, de empresária no vôlei, não é?

Consigo ajudar a Ana Flávia, que aliás foi minha empresária, mas não dá 100%. Entrei para trabalhar com novos talentos. Mas, a base ainda não voltou a ter treinamento nem competições. Ainda não foi possível entrar de cabeça nisso.

E você não volta a jogar mais?

Ainda estou muito balançada. Quero voltar a jogar, sim. Eu amo estar na quadra. Mas quando o bebê nascer eu não sei. Meu esposo viaja muito e eu não quero que os dois fiquem longe dele.

Você está sem clube e passa por essa fase tendo de pagar por tudo?

É isso que acontece com a mulher atleta. Não tenho contrato e pago tudo sozinha. Quando você engravida, nenhum clube tem interesse em fechar ou te manter no elenco. A gente deveria de ter uma política de apoio à mulher atleta. Os clubes e a CBV poderiam trabalhar de uma melhor forma essa questão. Não dá para ser descartável assim. Por que não contratar e usar apenas a imagem da atleta nesse período? Por que não ajudar a voltar à boa forma depois? Qual time vai me querer, pagando o que eu mereço, após um ano parada para ser mãe? Sei que muitas mulheres são demitidas após a maternidade, outras conseguem manter seus salários mas a mãe atleta, na grande maioria das vezes, não.

Você apoiou a oposição na eleição para a presidência da CBV. O que achou do resultado do pleito que manteve Walter Pitombo?

Queria uma grande renovação. Mas o que me deixou mais triste foi ver que os atletas, que votaram de forma maciça na oposição, na verdade, não tem voz ativa. Federações, algumas sem envolvimento de fato com o esporte, tiveram peso seis vezes maior em seus votos do que de campeões olímpicos. Alguma coisa está errada.

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De uns tempos para cá, você passou a se posicionar de forma mais contundente via redes sociais. Foi assim, no caso da Carol Solberg, sobre racismo. O momento é esse, de se posicionar?

Sim, o momento é outro. Em 2015, quando fui chamada de macaca, por um torcedor de Minas, na frente dos meus pais que assistiam ao jogo, resolvi que ia me posicionar. Porque os atletas são sempre incentivados a não falar nada, para não prejudicar o patrocinador, o time. Mas a partir do momento que vi que a minha voz é mais forte, resolvi quebrar isso. Combater o racismo foi o que mais me motivou. Senti muitas vezes um tratamento diferente por ser preta. Em pequenas situações. Muitas vezes era a melhor em quadra, capitã do time, mas as entrevistas para a televisão não eram feitas comigo. São coisas assim que a gente vai entender só lá na frente.

Quais são as suas apostas para pódio em Tóquio?

China, Servia e Itália são minhas apostas, apesar da incerteza que vai rondar esta edição. As seleções não viajaram, não se testaram. As jogadoras tiveram de se manter cada uma a seu jeito. Foi um período difícil para todos. Então será uma caixinha de surpresa. Vejo que o Brasil e os EUA podem estar nesse grupo também.

18/01/2021
 
 
» Flamengo: o que pode acontecer se a vaga na fase de grupos da Libertadores não vier

O Flamengo acostumou o torcedor nos últimos anos às grandes emoções da Libertadores, que o clube só havia vivenciado com frequência na década de 1980, com a geração campeã do mundo. A dez rodadas do fim do Brasileiro, cujo próximo compromisso é nesta segunda-feira, diante do Goiás, às 20h, o planejamento de 2021 está congelado diante da incerteza sobre onde o time conseguirá chegar na competição que lhe resta na temporada.

Após sanear suas finanças e conseguir investir mais pesado no futebol, o Flamengo emendou quatro participações seguidas no torneio sul-americano, e pautou seus objetivos esportivos tendo a Libertadores como principal meta. A conquista veio no ano de 2019, e com ela a ambição cresceu na direção do Mundial de Clubes, no intuito de igualar o feito do time de 1981. A expectativa foi uma, a realidade outra. Veio a pandemia, o Flamengo perdeu Jorge Jesus, logo demitiu seu sucessor, Domènec Torrent, e hoje existe o risco de ficar fora da competição internacional pela primeira vez desde 2017.

MAIS: Como o Maracanã se prepara para a final da Libertadores

O Flamengo no momento é o quinto no Brasileirão, que classifica os quatro primeiros para a fase de grupos, e mais dois times para a "pré-Libertadores" (segunda fase). Outras duas vagas para a pré devem ser abertas dependendo da classificação final no Brasileiro de Palmeiras, Grêmio e Santos, que estão nas decisões da Copa do Brasil e Libertadores.

Em meio às indefinições, uma coisa é certa: o aproveitamento atual do clube com Rogério Ceni, de 44,4%, daria apenas mais 13 pontos ao time até o fim do torneio. Com 62 pontos, um time seria sétimo em 2019 e sexto em 2018.

Não é possível prever com exatidão o que aconteceria com o futebol do clube nesse caso. No caso de uma classificação para a Pré-Libertadores, o já inchado calendário ficaria ainda mais apertado, com um elenco cansado sendo submetido a jogos de mata-mata pela competição continental logo após o fim do Brasileirão.

Nos bastidores, tudo aponta para uma reformulação do elenco e até na diretoria. Em ano de eleição, a política entra em campo e costuma atrapalhar ainda mais esses processos, além de influenciar nas avaliações. A permanência de Rogério Ceni, por exemplo, é muito difícil em um cenário sem vaga na Libertadores. Também dificultaria convencer um possível substituto do primeiro escalão a escolher um time ausente da principal competição continental.

Há pressão, inclusive, por mudanças no comando do vice de futebol Marcos Braz. Mas o Flamengo conseguiria se reerguer rapidamente para voltar como favorito na temporada seguinte?

Na frieza dos números, não disputar a Libertadores após quatro anos seria um dano esportivo e para a imagem do Flamengo, mas financeiramente o impacto não seria tão grande. Segundo fontes do clube, a perda seria entre R$ 30 e R$ 36 milhões, absorvidos no orçamento total. Ao perder a receita paga pela Conmebol, por exemplo, que destinará cerca de R$ 100 milhões ao campeão da Libertadores de 2020, somando todas as fases, o Flamengo automaticamente reduziria as premiações combinadas com os atletas, que normalmente são um percentual próximo de 50% do que a entidade repassa. A diretoria, vale lembrar, ainda deve aos jogadores e funcionários bônus referentes a 2020. Adiou o pagamento para fevereiro, e reduziu os valores pagos por jogos em todas as competições.

Para se ter como parâmetro, a queda na Libertadores e na Copa do Brasil nesta temporada não causaram impacto financeiro tão grande. O maior problema nem está nas premiações, e sim na bilheteria, responsável pela readequação orçamentária durante a pandemia. O Flamengo deixou de arrecadar em 2020 cerca de 70% dos R$ 108 milhões previstos. A projeção para 2021 é de valor semelhante, que seria naturalmente desfalcado em caso de ausência na Libertadores. A meta orçamentária é estar no mínimo na semifinal, assim como nos anos anteriores. No último, essa etapa gerou receita de R$ 18 milhões em bonificações. E as premiações aos atletas estão escalonadas dentro dessa projeção. Levando em conta os valores pagos por quem vai à final, a não classificação causaria prejuízo de até R$36 milhões ao Flamengo.

Em 2021, a diretoria trabalha com uma receita bruta de R$ 953 milhões e a volta dos torcedores com 100% da capacidade do estádio para abril. Aliado ao retorno do público, o sócio-torcedor é algo fundamental dentro do planejamento. Em 2019, no auge do programa, o Flamengo teve 120 mil sócios. Atualmente, a quantia é de 69 mil e ainda tem uma parcela importante para honrar os compromissos. A intenção para 2021 é de que a arrecadação fique por volta de R$ 73 milhões, com um crescimento do número de sócios.

18/01/2021
 
 
» Eleição na Câmara: Arthur Lira e Baleia Rossi não priorizam PEC da segunda instância
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18/01/2021
 
 
» Bolsonaro interrompe trégua e retoma críticas a decisões do STF
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18/01/2021
 
 
» Plataformas de streaming exibem gratuitamente festival de cinema francês com 29 títulos

Até o dia 15 de fevereiro, as plataformas de streaming Belas Artes à la Carte, Supo Mungam Plus e SP Cine Play disponibilizam gratuitamente a 11ª edição do ?My French Film Festival?, com 29 produções, entre longas e curtas, do país. No catálogo, documentários, dramas, comédias, aventuras, filmes de mistério, infantis e enredos adolescentes divididos em mostras.

?Belezas?

'Belezas' gira em torno de um grupo de amigos que descobriram a paixão pela maquiagem. Divulgação

Com quase 18 minutos, o curta (2020) conta a história de um grupo de amigos de 17 anos que descobrem um amor pela maquiagem, a contragosto do irmão mais velho de um deles. Em um sarau do vilarejo onde moram, Léo surpreende a todos com uma performance vestido de drag queen. Direção de Florent Gouëlou. Mostra ?Love is love? , sobre o amor sob todos os ângulos.

?Adolescentes?

O diretor Sébastien Lifshitz imprime a este documentário (2019) um ar quase ficcional, tamanha a intimidade das câmeras com Emma e Annaïs, duas amigas de uma região rural da França. O filme acompanha a vida das duas dos 13 aos 18 anos, tocando em questões sensíveis sobre juventude e crescimento. Mostra ?Forever young?, sobre tramas da juventude.

?Cães?

'Cães' propõe reflexão sobre crise migratória. Divulgação

A diretora suíço-canadense Halima Ouardiri (do premiado ?Mokhtar?, de 2010) propõe uma reflexão sobre crise migratória a partir deste documentário (2019) em curta-metragem que mostra a vida de 750 cães amontoados em um canil no Marrocos. Mostra ?On the road?, sobre migrações.

?Camille?

Nina Meurisse foi indicada ao prêmio César (o Oscar francês) de atriz revelação pelo papel principal neste longa de 2019 dirigido por Boris Lojkine. Nina vive Camille Lepage, uma fotojornalista que vai à República Centro-Africana cobrir uma iminente guerra civil naquele país, pelo qual acaba se apaixonando. Mostra ?True heroines?, sobre mulheres impressionantes.

?Enorme?

'Enorme' casal de 40 anos às voltas com gravidez. Divulgação

A história de um casal na faixa dos 40 anos que discorda sobre ter ou não ter um filho ganha contornos cômicos com os personagens Claire (Marina Foïs) e Frederic (Jonathan Cohen). Ele sempre quis ter filhos; ela, não. Mas as coisas mudam de rumo durante uma viagem de avião feita pela dupla. O longa (2020) tem direção de Sophie Letourneur, de ?A vida no rancho? (2009) e ?Les Coquillettes? (2012). Mostra ?Crazy Loving Families?, sobre situações familiares.

?Heróis nunca morrem?

Primeiro longa da diretora Aude Léa, que assina o roteiro ao lado do ator protagonista, Jonathan Couzinié, foi indicado ao prêmio Caméra d?Or no Festival de Cannes. O filme (2019) narra uma road trip a partir da história de Joachim, que parte para Sarajevo, capital da Bósnia e Herzegovina, a fim de investigar sua suposta vida passada: um soldado bósnio. Mostra ?On the road?, sobre migrações.

?Josep?

'Josep': primeiro filme do ilustrador francês Aurel. Divulgação

A animação é o primeiro filme (2020) do ilustrador francês Aurel, que trabalha no jornal ?Le Monde? e no semanário satírico ?Le Canard Enchaîné?. O filme ? que participou da seleção de novos diretores da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo 2019 ? conta a história de um guarda moribundo que relembra seu encontro com o artista catalão Josep Bartolí, em um campo de concentração francês, após a Guerra Civil Espanhola. Mostra ?On the road?, sobre migrações.

?Prata Viva?

Na estreia de Stéphane Batut como diretor ? ele acumula vasta experiência como diretor de elenco ?, e do ator Thimotée Robart em um longa, ?Prata viva? (2020) gira em torno de Juste, um jovem que já morreu e, na condição de fantasma, se aproxima de outras pessoas que estão prestes a morrer também. Ele acaba se encontrando com uma menina que o reconhece, Agathe, interpretada por Judith Chemla, de ?Minha lua de mel polonesa? (2018). Mostra ?French ghost stories?, com histórias sobrenaturais.

?Orfeu?

Indicado ao Bafta de melhor filme, o longa (1950) é o segundo da trilogia do cultuado diretor francês Jean Cocteau sobre a lenda de Orfeu: o primeiro foi ?Sangue de um poeta? (1932), e o último, ?O testamento de Orfeu? (1960). Destaque para a atriz espanhola María Casares no papel da princesa má que encanta o personagem principal, vivido por Jean Marais. Mostra ?On the road?, sobre migrações.

?Maestro?

Este vai agradar as crianças. Curtinha, com apenas dois minutos de duração, a animação (2019) mostra animais de uma floresta se juntando para interpretar uma ópera orquestrada, tudo sob a batuta de um esquilo maestro. Mostra ?Kids corner?, sobre enredos infantis.

?Um lince na cidade?

O curta de animação (2019) de Nina Bisiarinaconta a história de um lince desengonçado que deixa a floresta e, atraído pelas luzes, passa um tempo pela cidade em emeio a carros e um estacionamento, onde acaba adormecendo e chamando a atenção dos habitantes locais. Mostra ?Kids corner?, sobre enredos infantis.

18/01/2021
 
 
» Receita vegana: assado de grão-de-bico e cogumelo

O grão-de-bico é um excelente alimento para aqueles que seguem uma dieta vegana. O ingrediente versátil é a estrela do prato criado pelo Portal Vegano, site especializado em produtos sem quaisquer itens de origem animal. Confira abaixo o passo a passo do assado de grão-de-bico e cogumelo ao molho de tomate picante.

Assado de grão-de-bico e cogumelo: receita sem ingredientes de origem animal Marcio Menna / Divulgação

Assado de grão-de-bico e cogumelo ao molho de tomate picante

Ingredientes (para o assado de grão-de-bico)

  • 2 xícaras de grão-de-bico cozido;
  • 1/2 xícara de cenoura ralada;
  • 1/2 xícara de beterraba ralada;
  • 1 cebola média picada;
  • 2 dentes de alho;
  • 1 colher de sopa de manteiga vegana ou azeite de oliva;
  • 2 xícaras de cogumelo Paris cortados em fatias;
  • 1 colher de chá de sal;
  • 1 colher de sopa de levedura nutricional;
  • 3 gotas de fumaça líquida;
  • 1/2 colher de chá de páprica picante;
  • Pimenta-do-reino a gosto;
  • 1/2 xícara de farinha de arroz integral;
  • 1/4 de xícara de farinha de grão-de-bico;
  • 1 colher de sopa de amido de milho.
  • Ingredientes (para o molho)

  • 1 cebola pequena picada;
  • 2 dentes de alho;
  • 1 colher de sopa de açúcar mascavo;
  • 2 colheres de sopa de molho de soja;
  • 1 colher de chá de sal;
  • 1 colher de chá de páprica picante;
  • 1/2 colher de chá de páprica defumada;
  • 2 xícaras de extrato de tomate;
  • 1/2 xícara de água;
  • Salsinha picada para finalizar.
  • Modo de preparo (do assado)

    Numa frigideira, refogue a cebola e o alho com a manteiga vegana (ou o azeite de oliva). Acrescente os cogumelos Paris picados, uma pitada de sal, uma pitada de pimenta-do-reino e refogue até o cogumelo começar a soltar água. Desligue e reserve.

    No processador, coloque o grão-de-bico cozido, a cenoura e a beterraba raladas e o refogado de cogumelos. Processe até formar uma massa, mas ainda com alguns pedaços de grão-de-bico, pois é isso que dará a textura ao seu assado.

    Transfira essa massa para uma tigela e acrescente a farinha de arroz integral, a farinha de grão-de-bico, o amido de milho, a levedura nutricional, a fumaça líquida, a páprica picante e a colher de chá de sal. Misture tudo até obter uma massa consistente, mas não dura. Caso veja necessidade, pode acrescentar um pouco de água do cozimento do grão-de-bico para "dar o ponto".

    Forre uma forma de bolo inglês com papel alumínio e unte com azeite esse papel. É isso que fará com que você desenforme facilmente seu assado.

    Coloque a massa na forma e compacte com a colher. Leve ao forno pré-aquecido a 200°C por 45 minutos.

    Desenforme e sirva com o molho e legumes assados.

    Modo de preparo (do molho)

    Nma frigideira, refogue o alho e a cebola com a manteiga vegana, acrescente o açúcar mascavo, a páprica picante, a páprica defumada e o molho de soja. Mexa por 1 minuto e acrescente o extrato de tomate, a água e o sal. Deixe ferver por 5 minutos mexendo às vezes e acrescente salsinha picada a gosto.

    18/01/2021
     
     
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