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» Em conversa com senador, Bolsonaro defende que CPI da Pandemia investigue também governadores e prefeitos

BRASÍLIA ? Em conversa divulgada neste domingo pelo senador Jorge Kajuru (Cidadania-GO), o presidente Jair Bolsonaro defende que a CPI da Pandemia no Senado investigue também governadores e prefeitos. O objetivo da comissão, que teve a instalação determinada pelo ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), é investigar as eventuais omissões do governo federal no combate ao coronavírus. Um requerimento que pede a extensão da apuração para gestores estaduais e municipais já foi apresentado pelo senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE).

? Se não mudar o objetivo da CPI, ela vai vir para cima de mim. O que tem que fazer para ser uma CPI útil para o Brasil: mudar a amplitude dela, bota presidente da República, governadores e prefeitos ? diz Bolsonaro.

Em outro trecho, reafirma:

? Se não mudar (a amplitude), a CPI vai simplesmente ouvir o (ex-ministro Eduardo) Pazuello, ouvir gente nossa, para fazer um relatório sacana ? diz Bolsonaro.

Bolsonaro também disse a Kajuru que é preciso pressionar o STF para que determine ao Senado Federal que analise pedidos de impeachment de ministros da Corte.

? Uma coisa importante. Vamos lá: você tem que fazer do limão uma limonada. Por enquanto é um limão que está aí, dá para ser uma limonada. Tem que que peticionar o Supremo para botar em pauta o impeachment [dos ministros do STF].

O senador respondeu que já fez. E Bolsonaro perguntou:

? Você fez para investigar quem?

? O Alexandre de Moraes ? afirmou Kajuru, dizendo que já existe um pedido contra o ministro que está "engavetado" pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco.

? Parabéns para você.

? Se ele (ministro Roberto Barroso) fez com a CPI (da Covid-19), tem que fazer com o ministro (pedido de impeachment) ? compeltou Kajuru.

A conversa telefônica foi divulgada nas redes sociais e, segundo o senador, ocorreu na noite de sábado. Kajuru, na conversa, pediu para Bolsonaro separar o "joio do trigo" ao criticar os senadores que apoiam a CPI.

Kajuru é um dos autores da ação que levou à decisão do STF, na última quinta-feira. Ao anunciar a divulgação do diálogo, Kajuru afirmou que teve com o presidente da República uma conversa "clara e honesta" e que não aceita CPI da Covid política e revanchista.

Disse que tanto ele como o senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), que também fez o pedido ao STF para destravar a CPI, querem investigar os demais entes da federação.

? É uma CPI completamente direcionada à minha pessoa. Se não mudar (a amplitude), a CPI vai simplesmente ouvir o Pazuello, ouvir gente nossa, para fazer um relatório sacana ? disse Bolsonaro a Kajuru.

?Não, presidente. A gente pode convocar os governadores. Não abro mão de ouvir os governadores em hipótese alguma. Só não quero que o senhor me coloque no mesmo joio ?afirmou Kajuru.

Bolsonaro voltou a defender que, para convocar governadores e prefeitos, é preciso mudar o objetivo da CPI, tornando-a mais ampla. Caso contrário, a comissão parlamentar de inquérito será criada para ouvir apenas o governo federal.

? Não vai deixar de morrer gente infelizmente no Brasil. Poderia morrer menos gente se os governadores e prefeitos que pegam recurso aplicassem realmente em posto de saúde, hospital ? disse o presidente.

Ao GLOBO, Kajuru disse ter divulgado o diálogo telefônico, por se tratar de um assunto público. Afirmou ter ficado convencido que a CPI não amedronta Bolsonaro e que concorda na convocação de governadores e prefeitos.

? Não tem como cancelar a CPI ? disse o parlamentar, acrescentando que, no caso da petição contra Alexandre de Moraes, conta com o apoio de 22 senadores.

11/04/2021
 
 
» Pesquisa de boca de urna mostra vantagem de candidato da direita no Equador

Os primeiros números da apuração dos votos do segundo turno da eleição presidencial no Equador, realizado neste domingo, indicavam vantagem do candidato da direita, o ex-banqueiro Guiillermo Lasso, na disputa com o economista Andrés Arauz, aliado do ex-presidente Rafael Correa (2007-2017). Com 59% das atas apuradas, Lasso tinha 54,97% dos votos, contra 45,03% de Arauz.

Anteriormente, as duas pesquisas de boca de urna autorizadas pelo Conselho Nacional Eleitoral mostraram resultados divergentes. Uma das pesquisas, da empresa Cedatos, apontou vantagem de mais de seis pontos do ex-banqueiro Lasso, com 53,24% dos votos, contra 46,76% de Arauz. A outra empresa, a Clima Social, disse que não divulgaria o resultado exato da sua boca de urna por ter constatado um empate técnico, com menos de 1,5 ponto de diferença entre os dois candidatos. O diretor da Clima Social, Santiago Pérez, disse que o melhor era esperar os resultados oficiais da apuração.

Pandemia: Equador põe 70% da população sob estado de exceção para conter piora da pandemia

Dados os problemas ocorridos no primeiro turno, quando a contagem rápida de votos foi interrompida com 90% das atas apuradas ? no momento em que foi constatado um empate técnico entre Lasso e o candidato indígena Yaku Pérez ?, neste segundo turno a metodologia da apuração oficial será a contagem voto a voto. No primeiro turno, Arauz ficou em primeiro lugar, com 32,7%, contra 19,74% de Lasso e 19,39% de Pérez. O candidato do movimento indígena Pachakutik alegou fraude para afastá-lo da disputa final e pediu uma recontagem, que foi negada pelo Conselho Eleitoral.

Nos últimos dois meses de campanha, Lasso, de 65 anos, concentrou esforços em atacar os pontos fracos de Arauz, com destaque para sua relação próxima com o ex-presidente Correa, exilado na Bélgica e condenado, no ano passado, a uma pena de oito anos de prisão por recebimento de propina de empresas em troca de contratos com o Estado, crime que ele nega.

O empresário e candidato da aliança entre o Movimento Criando Oportunidades (Creo) e o Partido Social-Cristão tem entre seus assessores o consultor político Jaime Durán Barba, famoso por ter conseguido eleger o ex-presidente Mauricio Macri (2015-2019) na Argentina.

Já Arauz, de 36 anos, candidato da aliança esquerdista União pela Esperança (UNES), acusou seu adversário de ser o candidato do ajuste e de usar o dinheiro de seus aliados banqueiros para orquestrar uma "campanha suja".

A imagem negativa os dois candidatos alcança em torno de 50%, o que tornou mais difícil para analistas antecipar qual seria o desfecho de uma queda de braço que definirá se o movimento político liderado no exílio por Correia retornará ou não ao poder.

Entrevista: Democracias latino-americanas sobreviveram à pandemia, mas há risco de aventuras autoritárias em médio prazo, diz Levitsky

O Equador está mergulhado numa grave crise econômica (em 2020 o PIB despencou 8,9%) e sanitária (os contágios de Covid-19 já atingiram 345 mil e os óbitos, 17.275), e o atual governo do presidente Lenin Moreno é rejeitado por cerca de 80% da população. Moreno, que foi vice-presidente de Correa, foi eleito em 2017 com o respaldo do então presidente, mas acabou se distanciando e até mesmo promovendo a perseguição de membros do governo anterior.

Entre 1997 e 2007, o Equador teve oito presidentes. Nos dez anos seguintes, Correa foi a figura dominante da política nacional. A eleição deste domingo definirá se para a maioria dos 25 milhões de eleitores equatorianos pesou mais o desejo de uma mudança, prometida por Lasso, ou a lembrança dos anos de bonança econômica do correísmo.

11/04/2021
 
 
» CPI agora é péssima ideia, mas Bolsonaro a tornou incontornável

Em 24 de março, Jair Bolsonaro cobriu sua cara de pau com uma inusual máscara e participou do lançamento de um comitê para enfrentamento da Covid-19. Apesar de o comitê não ter nome oficial, com letras maiúsculas no início das palavras, a pompa marcou a cerimônia diante do Palácio do Alvorada. Participaram os presidentes da Câmara dos Deputados, do Senado, do Supremo Tribunal Federal e um punhado de etc. Anunciou-se que a coordenação dos esforços ficaria a cargo da Presidência da República. Ou seja, a ideia nasceu finada.

Após um ano de pandemia, Bolsonaro topou estrelar uma farsa para agradar políticos que estavam pressionando-o, como Arthur Lira, presidente da Câmara. Na mesma semana ele já reassumiu o papel que se orgulha de desempenhar: sem máscara, atacando medidas anticontágio e defendendo remédios inúteis para a Covid-19.

Jamais, em nenhum momento deste agora mais de um ano de pandemia, Bolsonaro fez um mea culpa pelas responsabilidades suas e de seu governo ante as mortes de brasileiros aos magotes. Ao contrário: para ele, culpados são os governadores que não o apoiam, os prefeitos que determinam lockdown, o STF que teria tolhido seus desejos de combater a peste ? com cloroquina e aglomeração, deduz-se de seus atos pró-morticínio.

Embora lançado um ano depois do início da tragédia, então já à beira da marca de 350 mil mortes atingidas neste sábado (10), um comitê poderia fazer muitas coisas se decidisse a trabalhar a sério e cercado de pessoas sérias. Mas é farsa, e ela vem também do Legislativo, preocupado em privatizar a vacinação, liberando empresários para comprar doses enquanto a maior parte da população vê a fila não andar.

Se o comitê não fosse farsa, uma CPI da Covid instalada agora no Senado seria uma péssima ideia. Nada se configuraria mais prejudicial à batalha

contra o coronavírus do que investigações acerca do que aconteceu antes, com políticos atrás de holofotes. Mas o comitê é farsa, o presidente, por negligente e sádico, é responsável por parte significativa das mortes ? algumas para lá de cruéis, como as de pessoas que sufocaram em Manaus, pois o governo não fez chegar oxigênio aos hospitais.

Diante desse quadro, a CPI da Covid deixa de ser péssima para se tornar incontornável ideia. É um mal necessário. Bolsonaro continua espalhando mentiras, vírus (ao menos indiretamente) e desprezo pelos mortos. Não pode ficar impune. Espera-se que a comissão faça justiça.

O mundo real não é tão bonito quanto o sonhado. Pode ser que alguns senadores, subitamente arrependidos, tirem suas assinaturas de apoio e derrubem a CPI. Ou atendam a orientações do governo para sabotá-la sessão após sessão. O certo é que a turma do Centrão, agora no Senado, venderá caro seu corpo mole. Bolsonaro, aquele que dinamitaria a ?velha política?, terá que entregar ainda mais cargos e verbas para neutralizar as investigações.

Rodrigo Pacheco, presidente do Senado, disse à ?Folha de S. Paulo? que não moverá um milímetro para atrapalhar a CPI. Além de tentar se mostrar superior a borra-botas como o procurador-geral Augusto Aras e o calouro do Supremo, Kássio Nunes Marques, ele parece não querer se queimar em caso de a CPI prosperar. Quem quer ficar atrelado a um presidente da República que nada faz e nada sente diante de cerca de três mil mortes diárias pela Covid-19?

Atribui-se a Ulysses Guimarães uma frase que virou lugar-comum: CPI se sabe como começa, nunca como acaba. Mesmo tendo sido um deputado inexpressivo em seus 28 anos de vida parlamentar, essa lição Bolsonaro deve ter aprendido. E o alvo agora é ele.

Tem sido competente em aparelhar Ministério Público, Polícia Federal, Receita Federal, sempre com o objetivo de blindar a si e a seus filhos. Aparelhar uma comissão de senadores pode ser mais difícil, caso os parlamentares realmente queiram honrar o papel que lhes foi delegado pelos eleitores.

11/04/2021
 
 
» Fiéis ligados a igrejas cristãs protestam contra STF

RIO - Grupos de fiéis de religiões cristãs promoveram neste domingo em diversas cidades do país a "Marcha da Família Cristã pela Liberdade", com manifestações contra a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de autorizar estados e municípios a impor restrições a celebrações religiosas presenciais, como cultos e missas, em templos e igrejas durante a pandemia de Covid-19. O julgamento aconteceu na última quinta-feira. Nove ministros votaram a favor da autonomia de estados e municípios sobre a questão. E dois ministros divergiram, Nunes Marques e Dias Toffoli. Aconteceram protestos em pelo menos oito capitais, além de municípios do interior paulista.

Pela manhã, em Brasília, manifestantes se concentraram em frente ao Museu Nacional, vestidos de verde e amarelo, carregando bandeiras e faixas com mensagens contra o STF e a favor do presidente Jair Bolsonaro. Pouco depois das 10h, o grupo seguiu em caminhada até o Congresso Nacional, acompanhado por carros de som. Os manifestantes também levaram faixas pedindo "intervenção militar com Bolsonaro no poder", o que é inconstitucional. Pela Constituição, vigora no Brasil o regime democrático em que Congresso e STF integram os Poderes da República e devem ter autonomia.

No Rio, o protesto interditou parcialmente no início desta tarde a Avenida Atlântica, na Zona Sul. Por volta das 12h, a manifestação chegou a provocar o fechamento total da Avenida Atlântica, sentido Ipanema, na altura do Posto 2. Por volta das 12h45m, o grupo ocupava apenas uma faixa da pista, na altura da Rua Bolívar, em Copacabana.

Já em São Paulo, manifestantes se reuniram por volta das 13h deste domingo na Assembleia Legislativa (Alesp) e seguiram para a Avenida Paulista, onde se concentraram em frente à Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) às 14h. Um grupo exibiu faixas e cartazes com mensagens como "Fora, Doria!" (governador de São Paulo) e com pedidos do fim das restrições de abertura de comércio e igrejas. De acordo com a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), o protesto ocupou quatro faixas da avenida. Uma delas foi liberada por volta de 15h50m.

Cerca de 300 pessoas fizeram uma caminhada pelas ruas da região central da capital mineira, Belo Horizonte. Com bandeiras e camisas do Brasil, os manifestantes usaram apitos e gritaram palavras de ordem pedindo a intervenção no Supremo e no Congresso, o que é inconstitucional, e a criminalização do comunismo.

Em Porto Alegre, a marcha começou na estátua do Laçador, próximo do Aeroporto Salgado Filho, por volta das 14h, e seguiu até o Parque Moinhos de Vento. O trânsito de veículos chegou a bloquear a entrada da cidade, nas proximidades da Ponte de Guaíba. No Parcão, o movimento de pessoas foi pequeno. Um carro de som foi colocado na Avenida Goethe.

Enquanto que em Natal o ato começou às 9h deste domingo e foi em frente ao shopping Midway Mall, que fica no cruzamento entre as duas principais avenidas da capital do Rio Grande do Norte. Com o tema "Deus, Família e Liberdade", os manifestantes protestaram com bandeiras do Brasil e de Israel. Eles seguravam cartazes de respeito à liberdade ao culto e contra os "comunistas".

Na capital do Amazonas, Manaus, um carro de som e outros veículos ficaram concentrados na avenida Autaz Mirim, pela manhã. Com bandeiras do Brasil, o grupo cantou o Hino Nacional e manifestou apoio ao presidente Jair Bolsonaro.

Por volta das 16h, os manifestantes se reuniram diante da Assembleia Legislativa do Piauí, no Centro de Teresina. O grupo levou bandeiras do Brasil e do Piauí, e fez uma curta caminhada até o vão da Ponte Juscelino Kubitschek. Depois, de volta ao pátio da Alepi, os manifestantes fizeram orações

Foram promovidas manifestações também em Santos, no litoral paulista, e em Campinas, São José do Rio Preto e Botucatu, interior do estado de São Paulo. (Com G1)

11/04/2021
 
 
» Estudo do Butantan sugere que proteção da coronavac pode ser maior com ampliação do intervalo entre primeira e segunda dose
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11/04/2021
 
 
» Fred 400 gols: veja o raio-x da marca histórica do ídolo do Fluminense

Faltava apenas um. Não falta mais. Ao balançar as redes diante do Nova Iguaçu, neste domingo, Fred chegou a marca de 400 gols como profissional ? feito que atacantes como Ruud van Nistelrooy, Didier Drogba e Miroslav Klose não conseguiram. Em comemoração ao #FredDay, O GLOBO preparou um raio-x de todos os tentos anotados pelo camisa 9 e separou algumas curiosidades:

  • Você sabia que Fred já fez gol no Real Madrid? Foi pelo Lyon, na Liga dos Campeões
  • Ao todo, Fred marcou contra 129 clubes ou seleções diferentes.
  • O 1º gol foi diante do Guarani-MG, em 2003, pelo Campeonato Mineiro.
  • O 100º gol foi diante do Saint-Étienne, em 2006, pelo Campeonato Francês
  • Itália, Espanha, Argentina e Uruguai também já foram vítimas de Fred
  • Juntos, os três rivais cariocas já sofreram 33 gols do camisa 9; e em Minas Gerais, são 31 gols.
  • Com 400 gols, Fred mira o lugar de segundo maior artilheiro da história do Fluminense. Com 182 gols, ele está a dois de distância de Orlando Pingo de Ouro. Veja o raio-x completo:

    Maiores vítimas na carreira

  • 15 gols: Botafogo
  • 12 gols: América-MG
  • 10 gols: Cruzeiro
  • 9 gols: Flamengo, Vasco, Corinthians, Palmeiras, Atlético-MG, Grêmio
  • 8 gols: Internacional, Ipatinga
  • 7 gols: Goiás, Coritiba, Sport, Vitória
  • 6 gols: São Paulo, Santos, Ponte Preta, Bnagu, Avaí, Figueirense
  • 5 gols: Villa Nova-MG, URT, Athletico, Portuguesa
  • Pelo Fluminense, atacante mira feito batido por Messi e Cristiano Ronaldo Mailson Santana/Fluminense / Agência O Globo

    Maiores vítimas por clube

  • 182 gols: Fluminense
  • 81 gols: Cruzeiro
  • 43 gols: Lyon
  • 42 gols: Atlético-MG
  • 34 gols: América-MG
  • 18 gols: Seleção Brasileira
  • Fred Arquivo Pessoal

    Maiores vítimas em clássicos

  • 15 gols: Botafogo
  • 12 gols: América-MG
  • 10 gols: Cruzeiro
  • 9 gols: Flamengo, Vasco, Atlético-MG
  • Fred Arquivo Pessoal

    Maiores vítimas na Europa

  • 4 gols: Lille, PSG, Le Mans
  • 3 gols: Monaco, Nancy, Steau Bucareste
  • 2 gols: Rosenborg, Ajaccio, Nantes, Saint-Étienne, Bordeaux, Lorient
  • 1 gol: PSV, Nice, Olympique de Marseille, Real Madrid, Laon, Evian, Auxerre
  • Fred Arquivo Pessoal

    Maiores vítimas pela Seleção Brasileira

  • 4 gols: Itália
  • 2 gols: Espanha, Inglaterra, Argentina
  • 1 gol: Camarões, Sérvia, Uruguai, Rússia, Paraguai, Romênia, Equador, Austrália, Emirados Árabes
  • Fred Arquivo Pessoal
    11/04/2021
     
     
    » Primeiro domingo após reabertura é de calmaria no Cristo Redentor e no Pão de Açúcar

    RIO ? O primeiro domingo após a reabertura dos pontos turísticos do Rio, na última sexta-feira, foi de calmaria no Cristo Redentor e no Pão de Açúcar. Com um rígido protocolo de segurança - a capacidade é para 15 passageiros, mas apenas 15 sobem por vez ? e ingressos com horários agendados, as vans oficiais da Paineiras Corcovado estão funcionando das 12h às 17h (a bilheteria fecha as 16h).

    Lá em cima, a capacidade está restrita a 40%. Segundo a concessionária, neste sábado e domingo, cerca de 1400 pessoas visitaram o ponto turísco. No último fim de semana antes do fechamento, o local recebeu 4mil visitantes.

    ? É importante que o público faça o planejamento do passeio para curtir melhor a experiência, de forma mais segura ? afirma Manoel Browne, diretor de operações do Grupo Cataratas, empresa responsável pela administração do AquaRio, BioParque do Rio e de Paineiras Corcovado.

    Além dos postos de triagem para aferição de temperatura e higienização de mãos, AquaRio, BioParque do Rio e Paineiras Corcovado investem, atenção ao distanciamento social e o uso de máscaras dentro do circuito de visitação. Os ingressos custam a partir de R$24,90.

    No meio da tarde, quem esperava pegar fila para subir o Pão de Açúcar de bondinho se surpreendeu: um dos maiores pontos turísticos do Rio estava relativamente vazio. O bondinho também está com a capacidade restrita a 40%, transportando apenas 26 pessoas por vez. O horário de funcionamento é das 12h às 19h, com entrada de visitantes até as 18h. Os ingressos custam a partir de R$ 60.

    Segundo o Bondinho Pão de Açúcar, a máscara é item obrigatório, podendo ser retirada apenas no momento de fazer refeições e desde que o distanciamento social seja mantido. Dispensers de álcool em gel são disponibilizados ao longo de todo o parque e, na entrada, todos os visitantes têm a temperatura aferida. Os bondes são sanitizados a cada viagem e os espaços são demarcados com distanciamento físico nas filas e em todo o parque.

    Um dos que tiraram o dia para visitar o local foi o motorista José Gomes: queria ver o pôr-do-sol lá do alto com a namorada, a empresária Sara Gomes. Coisa de namoro que acabou de começar...

    ? Me senti seguro no bondinho. As pessoas usam máscara, tem álcool gel por todo lado. E a paisagem lá do alto é muito bonita ? afirmou o morador do Méier.

    11/04/2021
     
     
    » Com 1.824 mortes por Covid-19 em 24h, Brasil registra segunda maior média móvel de óbitos pela doença

    RIO ? O Brasil registrou neste domingo 1.824 mortes por Covid-19. Com este número, o país chega à segunda média móvel de óbitos mais alta desde o início da pandemia: 3.109. É o segundo dia consecutivo que o número fica acima de 3 mil. O cálculo está 17% maior que o registrado duas semanas atrás. O país totaliza 353.293 vidas perdidas para o novo coronavírus.

    Saiba mais: Veja como está a epidemia de Covid-19 no seu Estado

    Veja os dez dias com maiores médias móveis de mortes por Covid-19:

  • 01/04/2021 com média de 3.119 mortes
  • 11/04/2021 com média de 3.109 mortes
  • 10/04/2021 com média de 3.025 mortes
  • 02/04/2021 com média de 3.006 mortes
  • 31/03/2021 com média de 2.971 mortes
  • 09/04/2021 com média de 2.938 mortes
  • 08/04/2021 com média de 2.818 mortes
  • 03/04/2021 com média de 2.800 mortes
  • 06/04/2021 com média de 2.775 mortes
  • 04/04/2021 com média de 2.747 mortes
  • Desde 20h de sábado, 38.859 novos casos foram notificados pelas secretarias de saúde, totalizando 13.482.543 infectados pelo Sars-CoV-2. A média móvel foi de 71.283 diagnósticos positivos, % menor maior do que o cálculo de 14 dias atrás.

    Veja também:Como estão os números do coronavírus no Brasil e no mundo

    A "média móvel de 7 dias" faz uma média entre o número do dia e dos seis anteriores. Ela é comparada com média de duas semanas atrás para indicar se há tendência de alta, estabilidade ou queda dos casos ou das mortes. O cálculo é um recurso estatístico para conseguir enxergar a tendência dos dados abafando o ruído" causado pelos finais de semana, quando a notificação de mortes se reduz por escassez de funcionários em plantão.

    Vinte e um estados atualizaram seus dados sobre vacinação contra a Covid-19 neste domingo. Em todo o país, 23.286.249 pessoas receberam a primeira dose de um imunizante, o equivalente a 11,00% da população brasileira. A segunda dose da vacina, por sua vez, foi aplicada em 7.052.402 pessoas, ou 3,33% da população nacional.

    Acompanhe: Saiba como avança a campanha de vacinação no Brasil e em outros países

    Os dados são do consórcio formado por O GLOBO, Extra, G1, Folha de S.Paulo, UOL e O Estado de S. Paulo e reúne informações das secretarias estaduais de Saúde divulgadas diariamente até as 20h. A iniciativa dos veículos da mídia foi criada a partir de inconsistências nos dados apresentados pelo Ministério da Saúde.

    11/04/2021
     
     
    » Variante sul-africana pode escapar da proteção da vacina da Pfizer, diz estudo israelense  

    JERUSALÉM ? A variante do coronavírus descoberta na África do Sul pode escapar da proteção fornecida pela vacina da Pfizer/BioNTech contra a Covid-19 até certo ponto, concluiu um estudo em Israel com base em dados no mundo real, embora a sua presença no país seja muito baixa e a pesquisa não tenha sido revisada por pares.

    Nova campanha:Sem aplacar Covid, país inicia vacinação contra gripe, que pode sair do controle se for subestimada

    O estudo, publicado no sábado, comparou quase 400 pessoas que haviam testado positivo para Covid-19, 14 dias ou mais após receberem uma ou duas doses da vacina, contra o mesmo número de pacientes não vacinados contra a doença.

    A variante sul-africana, B.1.351, foi encontrada em cerca de 1% de todos os casos de Covid-19 entre as pessoas estudadas, segundo o estudo da Universidade de Tel Aviv e a maior provedora de saúde do país, Clalit.

    Mas entre pacientes que haviam recebido duas doses da vacina, a taxa de prevalência da variante foi oito vezes maior do que em quem não estava vacinado ? 5,4% contra 0,7%.

    Vacinação contra gripe e Covid-19:Entenda tudo sobre as campanhas simultâneas

    Isso sugere que a vacina é menos eficaz contra a variante sul-africana, em comparação com o coronavírus original e a variante inicialmente identificada no Reino Unido, que representa quase todos os casos de Covid-19 em Israel, disseram os pesquisadores.

    Eles alertaram, no entanto, que o estudo teve uma amostra pequena de pessoas infectadas com a variante sul-africana em função de sua raridade em Israel.

    A Pfizer não quis comentar o estudo israelense.

    Sobre a variante sul-africana, a Pfizer e a BioNTech disseram que entre um grupo de 800 voluntários na África do Sul, onde a B.1.351 está amplamente disseminada, houve nove casos de Covid-19, todos entre participantes que receberam o placebo. Desses nove casos, seis eram entre indivíduos infectados com a variante sul-africana.

    Alguns estudos anteriores indicaram que a vacina da Pfizer/BioNTech era menos potente contra a B.1.351 em comparação com outras variantes, mas ainda oferecia uma proteção robusta.

    Efeito da vacina:Mortes por Covid-19 despencam em profissionais da saúde, indicam estudos

    Embora os resultados do estudo possam preocupar, a baixa prevalência da variante sul-africana foi encorajadora, segundo Adi Stern, da Universidade de Tel Aviv.

    ? Mesmo que a variante da África do Sul quebre a proteção da vacina, ela não está disseminada de maneira generalizada pela população ? disse Stern, acrescentando que a variante britânica pode estar ?bloqueando? a disseminação da sul-africana.

    11/04/2021
     
     
    » Pelo segundo dia seguido, cariocas descumprem medidas de restrição nas praias da Zona Sul

    RIO ? Se havia medidas restritivas em vigor neste domingo no Rio de Janeiro, em boa parte da Zona Sul da cidade, não parecia. Com sol forte e temperatura em torno dos 30°, muitos ignoraram as recomendações sanitárias e foram para as praias da Zona Sul, do Leme até o Leblon, onde diversos pontos de aglomeração de pessoas sem máscara tomando banho de sol foram registrados, o que não é permitido.

    Pandemia: Rio chega ao 22º dia seguido com alta na média móvel de mortes por Covid-19; há fila de quase 500 pacientes por leitos

    Para completar o cenário trágico, a decisão da Supercopa do Brasil levou muitos torcedores do Flamengo mais cedo para bares e restaurantes da região, que ficaram cheios na hora do almoço.

    No calçadão de Copacabana e Ipanema, quiosques voltaram a funcionar e também registraram movimentacão alta. Do mesmo jeito, ambulantes circulavam aos montes, tanto no asfalto, como na faixa de areia, o que é proibido.

    Moradores do bairro, o casal de professores Carlos Alberto Macedo e Thais Macedo preferiram encerrar a caminhada mais cedo e procuravam um local para almocar que não estivesse tão cheio.

    ? Saímos para caminhar, mas não imaginávamos que a praia estaria tão cheia como agora. A gente ia almoçar fora, mas está dificil encontrar um local com pouca gente ? disse Thais.

    Regras ignoradas:Quatro festas clandestinas interrompidas e quase duas mil autuações no primeiro dia de flexibilização no Rio

    E estava dificil mesmo. No Leblon, a movimentação em restaurantes e bares da Rua Dias Ferreira e adjacências era grande, o mesmo em Copacabana onde bares, como o tradicional Pavão Azul, estava lotado com mesas ocupando quase toda a calçada da Rua Barata Ribeiro. O estabelecimento, contudo, informou que está "seguindo as determinações da prefeitura, com respeito ao horário de funcionamento e limites de lotação" e que também está "cumprindo todo protocolo sanitário, com oferecimento de alcool em gel para os clientes".

    De acordo com o decreto de restrição em vigor, praias, cachoeiras e parques continuam fechados no Rio, sendo proibido: atividades econômicas nas areias (incluindo o comércio de ambulante, fixo e itinerante); aulas e prática de esportes coletivos; permanência na areia, assim como em parques e cachoeiras; e estacionamento na orla, exceto para moradores, idosos, pessoas com deficiência e hóspedes de hotéis.

    11/04/2021
     
     
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