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» Convocação de Constituinte por Maduro é golpe, diz Aloysio Nunes

2015 826263595-20150618230100705afp.jpg_20150618.jpgBRASÍLIA - O ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes, qualificou nesta terça-feira (2) como "golpe" a proposta do presidente Nicolás Maduro de convocar uma "Assembleia Constituinte popular", com legisladores que não serão escolhidos pelo voto universal, em meio à grave crise que atinge a Venezuela.

"Qualifico como um golpe a proposta do presidente Nicolás Maduro de convocar uma Assembleia Constituinte na Venezuela. É mais um momento de ruptura da ordem democrática, contrariando a própria Constituição do país", disse Nunes em uma mensagem divulgada em seu Facebook.

Aloysio

"Esta Constituinte não é uma Constituinte como nós fizemos aqui no Brasil, na qual todos os brasileiros votaram e elegeram seus representantes", destacou Nunes, citando a Constituinte de 1988, criada no contexto após o final da ditadura militar. Venezuela

"Na Venezuela, quem vai eleger são organizações sociais controladas pelo presidente Maduro para fazer uma Constituição de acordo com o que ele quer."

Nunes tem ressaltado postura crítica contra o governo Maduro desde antes de assumir o cargo de chanceler. Como chefe da Comissão de Relações Exteriores do Senado, propôs uma série de medidas condenando ações que classifica como antidemocráticas por parte do líder chavista.

Maduro, cujo mandato vai até 2019, justificou a decisão com a alegação de que a oposição rejeitou o diálogo e as eleições de governadores por buscar em 2016 um referendo revogatório de seu mandato, que resultou em fracasso. Ainda não está claro o que acontecerá com o calendário eleitoral. De acordo com a Constituição, as eleições para governadores deveriam ter acontecido em 2016, mas foram adiadas. A votação dos prefeitos está programada para este ano, e a eleição presidencial, para o fim de 2018.

O presidente ainda deve enviar à Justiça Eleitoral as bases com as quais serão escolhidos os integrantes da Assembleia, mas já antecipou que terá forte presença de estruturas comunais, onde o governo tem grande influência. Os 500 integrantes que participarão da Constituinte não serão eleitos pelo voto universal, e sim por setores sociais e por comunidades.

As recentes manifestações na Venezuela acontecem em meio a uma profunda crise econômica, com uma severa escassez de alimentos e remédios e a maior inflação do mundo, além de elevados níveis de criminalidade. Cinco pontos-chave para entender a crise venezuelana

02/05/2017
 
 
» Previdência: Relator diz que não vai alterar texto para beneficiar servidores

BRASÍLIA - Apesar da pressão dos servidores públicos federais, o relator da reforma da Previdência, Arthur Maia (SD/BA) afirmou que não vai alterar o texto no que diz respeito a esse tópico. O projeto limita a aposentadoria integral dos servidores que ingressaram antes de 2003, ao estipular uma idade mínima para ter esse benefício, de 65 anos para homens e de 62 anos para mulheres. O mesmo valeria para a paridade com os reajustes dados aos funcionários ativos.

? Fica tudo como está. (?) Não vai mudar nada, nada ? disse.

Os servidores públicos têm forte influência dentro da Câmara dos Deputados e têm pressionado por uma mudança no texto. Antes de começar a sessão da comissão especial que analisa o assunto, vários servidores se aglomeraram na porta do plenário 2 da casa, onde estava marcada a sessão, com gritos de "quem votar não vai voltar".

Nesta terça-feira os deputados discutem o texto do relator na comissão. Segundo o presidente da comissão, deputado Carlos Marun (PMDB/MS), não há motivos para adiamento e a votação do projeto será iniciada amanhã, cumprindo o cronograma original. Depois disso, o governo deve avaliar quando colocará o projeto para votação em plenário. Lá, o governo precisará de quorum alto para aprovar a reforma, 308 votos.

02/05/2017
 
 
» Defesa diz que Eike não tem como pagar fiança e vai recorrer da decisão

64785458_PA Rio de Janeiro 08 de fevereiro de 2017 Eike Batista deixa a Policia Federal Fo.jpg

RIO - A defesa do empresário Eike Batista diz que ele não tem como pagar a fiança de R$ 52 milhões determinada nesta terça-feira pelo juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio. Segundo a decisão, se Eike não pagar o valor em cinco dias úteis, ele terá de voltar a cumprir a prisão preventiva na cadeia. O advogado do empresário, Fernando Martins, diz que a decisão de Bretas é "inexequível" (impossível de ser executada) porque os bens de Eike estão bloqueados.

- É inviável, uma decisão inexequível. O juiz Bretas se excedeu um pouco, primeiro pelo valor (da fiança). Nós vamos entrar com um pedido de reconsideração ao próprio Bretas e com um recurso na segunda instância (Tribunal Regional Federal da 2ª Região). Todo o restante do patrimônio de Eike já está bloqueado, por decisão de outra vara - disse o advogado.

Ele se refere a uma decisão da 3ª Vara Federal Criminal do Rio, de setembro de 2014, que determinou o bloqueio, apenas em contas bancárias, de mais de R$ 117 milhões do empresário. A decisão foi tomada no processo a que Eike responde por manipulação do mercado financeiro e uso de informações privilegiadas.

O advogado do empresário espera que seu recurso seja analisado ainda antes do prazo dado por Marcelo Bretas para o pagamento da fiança.

- Como é impossível ele pagar por estar com tudo bloqueado, na prática esta decisão determina o retorno dele para o presídio, o que já havia sido revogado pela decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) na semana passada - diz o advogado.

02/05/2017
 
 
» Brasil tem superávit comercial recorde para abril de US$ 6,969 bilhões

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BRASÍLIA - O Brasil teve superávit comercial de US$ 6,969 bilhões em abril, melhor desempenho já registrado para o mês, diante de elevação expressiva das exportações, movimento que vem sendo embalado por aumento dos preços de importantes produtos da pauta comercial. O número veio um pouco abaixo da estimativa de saldo positivo de US$ 7,03 bilhões, segundo pesquisa da Reuters.

Em abril, as exportações tiveram alta de 27,8% ante igual mês de 2016, pela média diária, a US$17,686 bilhões, divulgou o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) nesta terça-feira.

O destaque do resultado de abril ficou novamente com as commodities. As vendas de produtos básicos somaram US$ 9 bilhões diante do bom desempenho de minério de ferro, petróleo em bruto e minério de cobre.

A exportação de manufaturados somou US$ 6,146 bilhões e a de semimanufaturados US$ 2,108 bilhões.

Já as importações cresceram 13,3% na comparação com o mesmo mês do ano passado, também pela média diária, a US$ 10,717 bilhões.

No mês, cresceram as importações de combustíveis e lubrificantes, com alta de 28,5% ante abril de 2016, e de bens intermediários, avanço de 16,5% na mesma base de comparação.

ACUMULADO DO ANO

Nos primeiros quatro meses do ano, o superávit da balança comercial atingiu US$ 21,387 bilhões, patamar recorde para o período e 61,4% superior ao verificado em igual etapa de 2016.

Para 2017, o MDIC projeta um superávit semelhante ao de 2016, da ordem de US$ 47,7 bilhões, mas com aumento de exportações e importações na esteira da recuperação da economia. Nos últimos dois anos, as duas pontas vinham exibindo queda, mas com recuo mais pronunciado das importações.

Diante do bom desempenho nos primeiros meses do ano, contudo, o mercado já vê um número mais favorável para a balança em 2017. Segundo o boletim Focus divulgado pelo Banco Central nesta terça-feira, a expectativa é de US$ 53,15 bilhões.

02/05/2017
 
 
» Em protesto contra reforma da Previdência, agentes penitenciários invadem Ministério da Justiça

Agentes penitenciários invadem Ministério da Justiça

BRASÍLIA - Agentes penitenciários de várias partes do país invadiram o Ministério da Justiça nesta terça-feira em protesto por condições diferenciadas de aposentadoria na reforma que o governo tenta aprovar. Eles também reivindicam a aprovação de uma proposta de emenda constitucional de 2008 para tornar os servidores penitenciários profissionais da segurança pública, com uma estrutura de carreira nacional. A Polícia Militar do Distrito Federal estimou 500 manifestantes no total.

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LEIA MAIS: Reforma da Previdência: deputados da base afirmam estar inseguros para votar nesta quarta-feira

Segundo o presidente da Federação Nacional dos Servidores Penitenciários, Fernando Ferreira da Anunciação, uma greve nacional pode ser deflagrada a qualquer momento. Anunciação criticou o emprego da Força Nacional, da Força Penitenciária Nacional e outros auxílios do governo federal na crise carcerária do início do ano, dizendo que não passaram de paliativos.

? Foi um engodo, nada resolveu. O estopim para essa mobilização foi sem dúvida tratar o agente penitenciário sem levar em conta as peculiaridades da profissão. Não é possível (exigir) 40 anos de trabalho e 65 de idade. Pedimos inúmeras vezes ao ministro que interceda junto ao Congresso, mas é só tapinhas nas costas, nada de concreto.

O clima ficou tenso após a Força Nacional ter se portado em frente à porta pela qual os manifestantes entraram. Anunciação disse que ninguém entra nem sai do local. O impasse continua. Alguns manifestantes levantam gritos de resistência.

Agentes da Força Nacional de Segurança Pública estão de prontidão no mezanino da área em que os manifestantes ocuparam, no térreo do prédio da Justiça. Líderes sindicais pedem calma aos agentes para evitar confronto. Os manifestantes quebraram o vidro de uma das portas que dá acesso ao prédio, por onde entraram.

Antônio Cesar de Jesus Dória, do Sindicato dos Servidores do Sistema Penal do Rio de Janeiro, disse que os manifestantes irão resistir no local.

? Uma hora haverá tentativa de retirada e nós não sairemos. Vamos entrar em choque com a Força Nacional se necessário ? afirmou.

? É tiro, porrada e bomba, sim. (...) A dor de não tentar vai ser pior que a dor de agora. Prefiro morrer hoje aqui com um disparo de arma letal ou não letal... Cuidado para não matar colega ? disse Dória, apontando para os agentes da Força e arrancando aplausos dos manifestantes.

Dória diz que a categoria se sentiu traída ao saber que o relator da reforma da Previdência, deputado Arthur Maia (PPS-BA) divulgou uma errata, em abril, esclarecendo que os agentes penitenciários não foram incluídos nas regras especiais dos policiais civis com idade mínima de 55 anos.

O servidor alegou que não é justo, ressaltando que recentemente o Supremo Tribunal Federal proibiu greve de órgãos de segurança pública, incluindo os agentes:

? Na hora do ônus, nós podemos ser incluídos. Mas na hora de sermos tratados com a diferenciação que a carreira existe, somos descartamos.

O diretor geral do Departamento Nadional, Marco Antonio Severo, foi escalado para conversar com os manifestantes. Eles aguardam uma reunião com o ministro Osmar Serraglio.

02/05/2017
 
 
» Manifestantes pró-Maduro tentam invadir Parlamento na Venezuela

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CARACAS ? Um grupo de manifestantes que apoiam o governo venezuelano tentou invadir a sede do Parlamento no centro de Caracas. Segundo a imprensa local, foram lançados artefatos de fogo dentro das instalações. Agentes da Guarda Nacional Bolivariana (GNB) tentavam desviar a multidão das adjacências da sede do Parlamento. A Venezuela se vê num momento de elevadíssima tensão política, com manifestações de apoiadores e críticos do presidente Nicolás Maduro tomando as ruas quase diariamente. Venezuela Parlamento

O governo socialista de Maduro diz estar sendo vítima de uma tentativa de golpe de Estado desde que a oposição iniciou, há um mês, uma onda de protestos pedindo eleições antecipadas, a libertação de uma centena de presos políticos e a separação de poderes, entre outras exigências.

A oposição, por sua vez, alega que Maduro tenta adiar as eleições regionais previstas para este ano e as presidenciais do final do ano que vem, com a convocação na segunda-feira de uma Assembleia Nacional Constituinte. Seus adversários afirmam que Maduro se converteu em um ditador que cala a dissidência e que só quer se eternizar no poder impedindo eleições.

Maduro ainda deve enviar à justiça eleitoral as bases com as quais serão escolhidos os integrantes da Assembleia, mas já antecipou que terá forte presença de estruturas comunais, onde o governo tem grande influência. Os 500 integrantes que participarão da Constituinte não serão eleitos pelo voto universal, e sim por setores sociais e por comunidades.

A oposição reagiu imediatamente à decisão do presidente. O líder opositor e governador do estado de Miranda, Henrique Capriles, classificou a medida de fraude e chamou Maduro de ditador:

"Frente à fraude constitucional de constituinte que acaba de anunciar o ditador, povo às ruas para desobedecer tal loucura!", escreveu Capriles em sua conta no Twitter. Maduro anuncia Constituinte e outros destaques do 1° de maio

Manifestantes bloquearam diversas vias de Caracas e outras cidades do país nesta terça-feira em protesto contra a decisão de Maduro de convocar uma Assembleia Constituinte. Em alguns pontos da capital, a polícia reprimiu os manifestantes com gás lacrimogêneo. Um grande protesto está planejado para quarta-feira contra o que a oposição chama de ?golpe de Estado? e ?fraude constitucional?. Na cidade de Sucre, um policial foi baleado após as forças de segurança dispersarem uma manifestação.

A Venezuela enfrenta uma crise econômica, com escassez de bens e uma inflação que pode chegar a 2.200%, segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI). Em abril, 29 pessoas morreram em protestos contra o governo, e a pressão internacional sobre o país aumentou, levando o governo a se desligar da Organização dos Estados Americanos (OEA).

Cinco pontos-chave para entender a crise venezuelana

02/05/2017
 
 
» STJ mantém prisão do ex-governador Sérgio Cabral

BRASÍLIA - A Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou por 4 votos a 0, habeas corpus para o ex-governador Sérgio Cabral. Quatro dos cinco ministros da Turma entenderam que não há qualquer ilegalidade na ordem de prisão preventiva de Cabral expedida pelo juiz Marcelo Bretas, da 7 Vara Federal do Rio de Janeiro. Para o juiz, a permanência do ex-governador na cadeia é fundamental para evitar que ele cometa novos crimes e também para garantir a ordem pública. Cabral é acusado de desviar mais de R$ 300 milhões de contratos entre grandes empresas e o governo do Rio.

A ordem de prisão expedida por Bretas foi ratificada pelos ministros Maria Thereza de Assis Moura, relatora do caso, Sebastião Reis Júnior, Rogério Schiette e Nefi Cordeiro. O ministro Antônio Saldanha se declarou impedido e não participou da votação. Um dos filhos de Saldanha trabalhou no governo de Cabral e, por conta disso, ele entendeu que não deveria atuar no caso.

02/05/2017
 
 
» Trump e Putin buscam reconciliação e propõem encontro na Alemanha

579b1e74c46188641f8b45a0.jpgWASHINGTON E MOSCOU - Semanas após atingirem o momento mais baixo nas relações bilaterais entre EUA e Rússia desde a posse de Donald Trump, o presidente americano e seu par russo, Vladimir Putin, voltaram a se falar por telefone nesta terça-feira e defenderam maior cooperação na guerra civil síria, contra o terror e frente à ameaça norte-coreana. Ambos os governos destacaram o bom tom da conversa e propuseram um encontro pessoal durante o encontro do G20, em Hamburgo (Alemanha), em julho. putin trump

"A conversa foi muito boa, incluindo a discussão de zonas seguras e de desescalada para alcançar uma paz duradoura e muitas outra razões, destacou a Casa Branca, que reiterou. "O foco é coordenar as ações dos Estados Unidos e da Rússia na luta contra o terrorismo."

Segundo a Casa Branca, o governo lançará um representante para as conversas de cessar-fogo sírio no Cazaquistão e "intensificar a diplomacia" no país que vive seu sexto ano de guerra.

"Eles também discutiram sobre qual a melhor forma de resolver a situação muito perigosa na Coreia do Norte", ressaltou Washington.

O Kremlin destacou que ambos os lados tentarão progresso diplomático frente à ameaça nuclear do regime asiático e que Putin ressaltou que é "necessária uma ação cautelosa". Ambos também destacaram a intenção de coordenar o encontro pessoal em julgo, às margens da reunião do G20.

A campanha eleitoral americana deu origem a investigações oficiais sobre uma possível combinação de ciberataques russos e esforços midiáticos do governo Putin para supostamente favorecer Trump. O presidente americano defendeu fortemente uma aproximação com a Rússia, que ainda não aconteceu. Além disso, a tensão persiste após o recente bombardeio dos EUA contra uma base militar do regime de Bashar al-Assad, aliado de Moscou, em retaliação a um ataque químico numa área rebelde.

02/05/2017
 
 
» News Corp. tenta reduzir domínio do Google em publicidade

ALPHABET-RESULTS_NOVA YORK e SAN FRANCISCO - A News Corp., de Rupert Murdoch, lança um novo serviço para garantir que as propagandas virtuais não apareçam ao lado de notícias falsas ou vídeos com conteúdos ofensivos. Este é o mais recente ataque na longa luta do bilionário e magnata da mídia contra o Google.

A Storyful ? unidade da News Corp. que explora o universo das redes sociais em busca de anunciantes e marcas ? analisará sites conhecidos como fontes de notícias falsas ou de conteúdos extremistas e compartilhará essa lista com anunciantes, que poderão usá-la para impedir que suas propagandas apareçam em lugares polêmicos.

Ela está sendo apresentada como um bloqueio total dos conteúdos execrados pelos anunciantes e chega em um momento em que as duas maiores potências das propagandas on-line ? Google, que é o maior motor de pesquisa do mundo, e Facebook ? estão sendo pressionadas por não oferecerem ferramentas desse tipo.

O Google, em particular, foi criticado por sua oferta de vídeo. Diversos anunciantes importantes deixaram de gastar com o YouTube no mês passado por receio de que seus anúncios possam aparecer perto de vídeos ofensivos.

O gigante das buscas lançou controles para aliviar o problema, mas os concorrentes estão tentando se aproveitar da situação. O novo serviço da Storyful se concentrará na ?segurança da marca de vídeo?, disseram executivos.

? Esta será uma forma de dar tranquilidade aos anunciantes ? disse o diretor executivo da Storyful, Rahul Chopra, em entrevista.

A GroupM, compradora de anúncios, e a empresa de marketing Weber Shandwick serão as duas primeiras companhias a usar o banco de dados da Storyful. A News Corp. trabalhará com a Moat, empresa de análise recentemente adquirida pela Oracle, e com a Faculdade de Jornalismo da Universidade Municipal de Nova York para manter a lista de domínios de sites polêmicos.

BANCO DE DADOS GRATUITO

O banco de dados será gratuito, mas a Storyful pretende acabar oferecendo um serviço para ajudar os anunciantes a decidir onde posicionar propagandas.

Chopra disse que a Storyful, adquirida pela News Corp. em 2013, está trabalhando não apenas para compilar uma lista de sites polêmicos, mas também para identificar como conteúdos desse tipo se espalham pela internet a fim de detê-los antes. Ele deseja ?impedir o fornecimento de dinheiro às pessoas que espalham conteúdos como esses?.

A News Corp. é a última empresa a tentar tirar proveito do boicote dos anunciantes ao YouTube, do Google. E vem entrando na discussão sobre propaganda digital, área cada vez mais dominada por Google e Facebook. O CEO da WPP, Martin Sorrell, contou recentemente ao site de notícias financeiras Cheddar que os clientes de sua empresa, a maior agência de publicidade do mundo, gastam a maior parte de seu orçamento com Google, com o império de mídia de Murdoch ? que inclui a News Corp. e a 21st Century Fox ? e com Facebook, nesta ordem.

Google também é rival da News Corp. em outros âmbitos. A companhia de Murdoch está desenvolvendo sua própria rede de publicidade que oferece um ?ponto único? onde as marcas podem comprar propagandas em ativos como The Wall Street Journal, New York Post e Realtor.com. Ela investe na AppNexus, uma companhia de tecnologia publicitária que concorre com plataforma DoubleClick, do Google. E a News Corp. é dona da Unruly, que concorre com o YouTube Google em anúncios de vídeo social.

02/05/2017
 
 
» Hillary atribui derrota a FBI e hackers e se diz 'parte da resistência'

POLITICS-CLINTON_-GUF37JKPS.1.jpgNOVA YORK - Fora dos holofotes desde a derrota eleitoral para o agora presidente Donald Trump, a ex-secretária de Estado Hillary Clinton fez uma rara aparição e atribui sua derrota a ciberataques atribuídos à Rússia e às ações do diretor do FBI, James Comey. Em um debate com a jornalista Christiane Amanpour, num simpósio em Nova York sobre o papel das mulheres na sociedade e na política, ela se disse "parte da resistência" ao governo do republicano. Hillary

? Se a eleição fosse em 27 de outubro, eu seria seu presidente ? disse Hillary, abordando abertamente o fracasso. ? Tenho absoluta responsabilidade pessoal pela derrota.

Apesar do reconhecimento pessoal, Hillary atribuiu a derrota a acontecimentos externos, como misoginia por parte do eleitorado ("Foi um fator", disse ela) e "tratamento injusto" por setores da imprensa. Ela admitiu que estava confiante numa vitória, mas que novas insinuações de mau uso de seus e-mails no Departamento de Estado (não comprovadas) a derrubou.

? Estava no caminho para vencer até uma combinação da da carta de Jim Comey em 28 de outubro (quando Comey revelou ter encontrado e-mails que envolviam Hillary em um caso alheio que investigava um político do alto escalão democrata, Anthony Weiner) e o WikiLeaks russo levantou dúvidas na cabeça das pessoas que estariam inclinadas a votar em mim e acabaram se assustando.

Sobre o Wikileaks, Hillary atribuiu parte da culpa ao fato de que o grupo de mídia especializado em vazamentos liberou vários documentos do Comitê Nacional Democrata de seu então chefe de campanha, John Podesta, que mostravam práticas supostamente inadequadas de sua equipe eleitoral e da cúpula do partido para aparentemente favorecê-la internamente contra o senador Bernie Sanders.

Hillary fez questão de atribuir ações contra ela ao presidente russo, Vladimir Putin.

? A cada dia que passa, descobrimos sobre a interferência sem precedentes, incluindo de um poder externo cujo líder não é membro do meu fã-clube ? brincou. ? É real, parte do cenário político, social e econômico.

A ex-senadora e ex-primeira-dama também fez referências críticas a Trump, dizendo que desaprova ações políticas do presidente e sua conduta pessoal no cargo. Para isso, revelou, pretende ser mais ativa no cenário público:

? Estou voltando a ser uma cidadã ativista e parte da resistência.

02/05/2017
 
 
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